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Comportamentos Diferentes

Arquivo: Julho 2008

28/07/2008 GMT -2

“O Senhor levanta os abatidos"

celu @ 12:35

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"Quando pensamos que estamos cheios na verdade estamos vazios. E quando pensamos que estamos vazios na verdade estamos cheios." A cada dia devemos buscar a dependência de Deus em tudo quanto fizermos. Sempre nos humilhando na presença de Deus, pois a obra é Dele e não nossa.
A vida é formada por um conjunto de emoções que nos acompanha dia a dia. Entretanto, seja qual for a emoção do nosso dia de hoje, não devemos deixar de fazer a obra de Deus. Vejamos o exemplo de Jó, o Senhor tirou tudo quanto ele tinha, mas Jó louvou a Deus. Você pode louvar a Deus por tudo que ele fez na sua vida. Traga a memória tudo que lhe traz esperança.
Às vezes nós pensamos que a vida religiosa não tem problemas e que a presença dos problemas na nossa vida representam falta de comprometimento com Deus. Temos em mente que não podemos ficar triste e nem abatido. Por isso, algumas vezes deixamos de fazer a obra de Deus, simplesmente porque não estamos bem. O blog, é um exemplo, em alguns momentos fica parado, porque pensamos que os nossos problemas são maiores do que a obra de Deus. Outro exemplo é quando saimos de algum grupo ou instituição deixando os amigos na mão. Assim sendo aprendemos que religiosos não são isentos de abatimento. Nosso tempo aqui é para sofrer mesmo, olha o mundo como está, se agimos com piedade e compaixão é pela graça de Deus porque em nós mesmo não encontramos o bem.
A bíblia não diz que não teremos problemas e que quando aceitamos a Jesus viveremos confortavelmente. Mas ela diz que somos mais que vencedores, porque temos Deus e Ele não deixará NUNCA de nos amar. Você pode dizer: 'Senhor, Tu me amas como sou mas não me deixas como estou'. Seja sempre fiel a Deus. Leiam o texto que achei na internet:
As nossas emoções são instáveis e por isso os períodos de abatimento não deveriam nos causar espanto. Somos seres humanos vulneráveis e susceptíveis a altos e baixos, mesmo sendo pessoas fiéis a Deus.
Existe dentro de cada um de nós um poço profundo, local onde repousam as nossas emoções. Vez por outra as águas desse poço são agitadas e uma confusão de emoções misturam-se dentro de nós. Assim sofremos nossas quedas emocionais.
Àquele que fez o nosso exterior fez também o nosso interior e conhece bem nossas fraquezas, ou melhor, vulnerabilidades. Ele sabe quando o poço profundo de nossas emoções necessita do Seu toque gracioso para voltar à calma. Ele levanta os abatidos.
O abatimento não deveria nos causar surpresa, indignação ou constrangimento. Mas sim, humilhação. Sempre que as águas são revolvidas conhecemos um pouco mais nossas limitações. E ao conhecê-las, a falsa imagem construída em cima de uma suposta estabilidade emocional é sacudida.
Pai, livra-me da auto-suficiência que me faz parecer o que não sou. Ensina-me a assumir o que sou e aceitar o que fazes em mim. Amém!

25/07/2008 GMT -2

Coração

celu @ 23:47

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23/07/2008 GMT -2

Consideração (Cenyra Pinto)

celu @ 23:44

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            Aqueles que exigem e reclamam consideração, geralmente são os que ainda não a merecem.
            Quando temos algum merecimento não nos damos conta de tal e não prestamos atenção se nos dão ou não algum valor. Somos tão naturais, tão simples, e o que fazemos é tão nosso que nem percebemos se  alguém nos observa, nos aplaude ou apupa.
            A consideração deve ser espontânea; não devemos desejá-la, mas merecê-la. E se a merecermos, ela não nos fará falta, porque perdemo-la de vista. Satisfaz-nos sentirmo-nos tranqüilos e contentes conosco mesmos. Esse é o prêmio do que se coloca à altura de merecer consideração.
            Não observa se alguém está vendo aquilo que faz com a intenção de merecer consideração ou elogios. Tudo que faz é com naturalidade. E, muitas vezes, se admira que destaquem e aplaudam um ato seu, pois não vê realmente razão para tal.
            Portanto, aquele que reclama, com ou sem razão,  que foi preterido, pode estar certo de que ainda não merece ser exaltado.
            A exaltação deve vir de dentro de nós, com a certeza de que procedemos bem, que fizemos o melhor que pudemos e que, aconteça o que acontecer - injustiça, perseguição, ingratidão -
, seguiremos
sempre a nossa rota, porque nosso destino não é ser enaltecido pelas pessoas vulgares, mas por nós mesmos e por aqueles que estiverem à altura de reconhecer os verdadeiros valores.
            Não cedamos o nosso patrimônio espiritual amealhado pelos séculos afora em troca das mágoas e ressentimentos que a vida precisa colocar no nosso caminho.
            Saibamos que o desejo de ver reconhecido o nosso valor é ainda
uma vaidade que deve ser combatida.
            Que a consideração do mundo não nos faça falta. "Meu Reino não é deste mundo", falou Jesus. Tomemos essa lição como norma de nossa vida.

21/07/2008 GMT -2

Não parar

celu @ 21:23

Sendo a vida dinâmica e evolutiva, a pessoa não pode parar no tempo ou no espaço. Há que caminhar em direção ao sol, à luz. Há que procurar melhorar o material e, principalmente, a parte espiritual. Essa é a lei de Deus, que conferiu à pessoa inteligência e livre arbítrio. Deve, pois, fazer da vida uma sinfonia de amor, de esperança e de fé inabalável. Somente os bem formados de espírito saberão sentir a música doce e suave que os envolve.

20/07/2008 GMT -2

Nathaniel Hawthorne

celu @ 16:22

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"A felicidade é uma borboleta que, quando você persegue, sempre está mais longe do seu alcance.  Mas que, se você se senta e fica quieto uns momentos, pode ser que pouse em seu ombro." 

17/07/2008 GMT -2

As palavras (José Saramago)

celu @ 14:13

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As palavras são boas. As palavras são más. As palavras ofendem. As palavras pedem desculpas. As palavras queimam. As palavras acariciam. As palavras são dadas, trocadas, oferecidas, vendidas e inventadas. As palavras estão ausentes.
Algumas palavras sugam-nos, não nos largam... As palavras aconselham, sugerem, insinuam, ordenam, impõem, segregam, eliminam. São melífluas ou azedas. O mundo gira sobre palavras lubrificadas com óleo de paciência. Os cérebros estão cheios de palavras que vivem em boa paz com as suas contrárias e inimigas. Por isso as pessoas fazem o contrário do que pensam, julgando pensar o que fazem. Há muitas palavras. E há os discursos, que são palavras encostadas umas às outras, em equilíbrio instável graças a uma precária sintaxe, até ao prego final do disse ou tenho dito. Com discursos se comemora, se inaugura, se abrem e fecham sessões, se lançam cortinas de fumo ou dispõem bambinelas de veludo. São brindes, orações, palestras e conferências. Pelos discursos se transmitem louvores, agradecimentos, programas e fantasias. E depois as palavras dos discursos aparecem deitadas em papéis, são pintadas de tinta de impressão - e por essa via entram na imortalidade do verbo. E as palavras escorrem tão fluidas como o "precioso líquido". Escorrem interminavelmente, alagam o chão, sobem aos joelhos, chegam à cintura, aos ombros, ao pescoço. É o dilúvio universal, um coro desafinado que jorra de milhões de bocas. A terra segue o seu caminho envolta num clamor de loucos, aos gritos, aos uivos, envoltos também num murmúrio manso, represo e conciliador... E tudo isso atordoa as estrelas e perturba as comunicações, como as tempestades solares. Porque as palavras deixaram de comunicar. Cada palavra é dita para que se não ouça outra palavra. A palavra, mesmo quando não afirma, afirma-se. A palavra não responde nem pergunta: amassa. A palavra é a erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano. A palavra é poeira nos olhos e olhos furados. A palavra não mostra. A palavra disfarça. Daí que seja urgente moldar as palavras para que a sementeira se mude em Seara. Daí que as palavras sejam instrumento de morte - ou de salvação. Daí que a palavra só valha o que valer o silêncio do ato. Há também o silêncio.
O silêncio, por definição, é o que não se ouve. O silêncio escuta, examina, observa, pesa e analisa. O silêncio é fecundo. O silêncio é a terra negra e fértil, o húmus do ser, a melodia calada sob a luz solar. Caem sobre ele as palavras. Todas as palavras. As palavras boas e as más. O trigo e o joio.
Mas só o trigo dá pão.

16/07/2008 GMT -2

Preconceito

celu @ 00:05

É realmente uma perda de tempo tentar argumentar com alguém 

que nutre um preconceito. 

A própria palavra diz: é um pré-conceito. 

Ele existe antes de que se forme um verdadeiro conceito.

Em realidade o lugar onde o vírus do preconceito se aloja, ele se implanta nos sentimentos e nos interesses. 

Em qualquer um dos casos se  manipula a realidade, para dar conta de objetivos previamente existentes e que determina uma vontade de ver as coisas de um certo jeito.

Todo preconceito revela mais sobre quem o tem do que sobre sua vítima.

(Nilton Bonder)

11/07/2008 GMT -2

Não possua

celu @ 00:19

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"Não possua, não se torne um possuidor de pessoas nem de coisas; use-as simplesmente como um presente do universo.
Quando estiverem disponíveis, use-as, quando não estiverem disponíveis, desfrute a liberdade.
Quando tiver algo, desfrute-o! Quando não tiver, desfrute não tendo. Isso também tem sua própria beleza.
Se tiver um palácio para viver, desfrute-o! Se não tiver, desfrute uma casa e a casa se transformará num palácio.
É o desfrutar o que faz a diferença. Então, viva! Não perca as árvores, as flores, os pássaros, o ar, o sol. E quando estiver no palácio, o mármore, os candelabros...
Desfrute onde estiver e não possua nada. Nada nos pertence. Viemos ao mundo com as mãos vazias e com as mãos vazias nos vamos.
E lembre-se: o universo sempre nos dá o que necessitamos."

06/07/2008 GMT -2

Torne-se um oceano

celu @ 19:20

Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê a sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano. Mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento. Assim somos nós. Voltar é impossível na existência. Você pode ir em frente e se arriscar. Coragem! Torne-se OCEANO !!! (Osho)

Um abraço. Seja feliz no teu caminho

02/07/2008 GMT -2

Diferença

celu @ 22:13

A diferença das pessoas não está apenas no aspecto físico de cada uma mas principalmente no interior de todas. Aí é que a diferença se faz sentir, pois a pessoa caminha pela vida, não tendo apenas o carma que o acompanha, mas, também, seu livre arbítrio. Deus o segue e sabe onde colocá-lo, segundo as moradas que existem. Em sendo boa e caridosa, a pessoa ao caminhar vai deixando atrás de si uma esteira de luz e de amor, de fé, esperança, e de fraternidade, que culminam na apoteose de sua vida.

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