Administrar Blog

Crie seu Blog Agora! Fácil e Grátis!

Comportamentos Diferentes

Arquivo: Julho 2009

29/07/2009 GMT -2

Uma questão de escolha

celu @ 22:02

escolha_1.jpg

Escolher quer dizer preferir, selecionar, optar. Toda nossa vida é feita de escolhas.
Por mais indecisos que sejamos, ao abrir os olhos pela manhã, teremos que optar entre permanecer na cama, esquecendo as horas, ou levantar.
A opção continua na primeira refeição da manhã: cereal, frutas, chá, café, pão integral, pão branco, mel, açúcar ou adoçante.
Desejar bom dia ou resmungar qualquer coisa, ou ficar calado. São opções.
Sair de carro, dar uma caminhada, correr para não perder a condução ou fazer de conta que não tem compromisso nenhum.
Ser gentil no trânsito, cedendo a vez a outro carro em cruzamento complicado, ou fazer de conta que ninguém mais existe no caminho além de você mesmo.
Não jogar nada pelas janelas do carro, ou emporcalhar todo o caminho por onde passa, tudo é questão de escolha.
Escolha de como você deseja que seja o seu dia, a sua vida, o seu mundo.
Você pode viver muito bem com todo mundo ou viver muito mal até consigo mesmo.
Você pode modificar o mau humor da sua chefia ou de seu colega de escritório, pode sintonizar com eles ou pode ficar na sua.
Você pode atender muito bem o seu cliente e ter sorrisos de retorno ou fingir que ele nem está aí, esperando que outro colega decida por atendê-lo.
Você pode se tornar uma pessoa quase indispensável, no mundo, pela sua forma de ser. Ou decidir por ser alguém que, se faltar, poucos ou talvez ninguém notará.
Contou-nos amigo nosso que, viajando por essas estradas de Deus, pelo interior do nosso Brasil, começou a sentir fome. Aproximava-se o horário do almoço e porque ele e o companheiro de viagem não conhecessem muito bem aqueles caminhos, ficaram atentos a qualquer placa indicativa de lanchonete ou restaurante. Mais alguns quilômetros percorridos e chegaram a um local que oferecia refeições.
Em cima do imóvel, escrito em letras grandes, em madeira firme, lia-se: Comida a escolê. Logo entenderam que o proprietário ou proprietária se equivocara ao escrever. Talvez pelas poucas letras que tivesse. Mas compreenderam, sem dúvida, que havia comida para se escolher.
Entraram e uma senhora muito simples os atendeu. Porque não houvesse cardápio à vista, perguntaram o que havia para lhes matar a fome.
Frango frito. Foi a resposta rápida.
E que mais?
Só frango frito. Respondeu de novo.
Mas a tabuleta diz comida a escolher. - argumentou meu amigo.
Sim. Falou a senhora, sem pestanejar. O senhor escolhe se quer comer ou se não quer comer.
Tinha toda razão aquela senhora.
Tudo é opção.
Por isso, alguns de nós, escolhemos viver em clima de felicidade, com o pouco ou quase nada que tenhamos.
Outros optamos por ser infelizes, com a abundância que desfrutamos.
Uns recebemos o diagnóstico de doença insidiosa e decidimos lutar e viver o quanto nos seja permitido. E curtimos a natureza, a praia, a montanha, os passeios com a família, o cinema, a bagunça dos netos. Outros, optamos por nos deixar morrer, sem combate.
Felicidade ou infelicidade. A decisão cabe a cada um de nós. Todos sofremos perdas, doenças, lutas, no mundo de provas e expiações em que nos movimentamos. Todos também usufruímos alegrias, conquistas, dádivas, saúde.
O que fazemos com cada uma dessas coisas é o que estaremos fazendo com o nosso dia: alegria ou tristeza; vitórias ou derrotas.
Reflita sobre isso e escolha o que você deseja para você, agora, hoje, nesse novo dia.
Abrace a alvorada que surge, viva as horas de bênçãos e quando a noite chegar, agradeça a Deus pelas felizes escolhas desse bendito tempo que se chama dia.
Amanhã, quando retornarem as horas a movimentar os ponteiros do relógio, você voltará a fazer as suas escolhas... muito boas escolhas.

27/07/2009 GMT -2

A imaginação

celu @ 19:07

ist2_372282-twilight-zone.jpg

A imaginação é uma característica ímpar com que a natureza nos dotou. Tem o condão de, em infinitésimos de segundos, tornar o abstrato concreto, criar e destruir mundos e vencer distâncias imensas com velocidade maior do que a da luz. Pode contribuir para nos fazer felizes ou ser a causa de constantes pesadelos, sofrimentos e dores. Por exemplo, há muitas doenças que são apenas imaginárias e que só podem ser curadas pela própria pessoa que as padece. Há sofrimentos emocionais que existem apenas em nossas mentes, mas que, ainda assim, nos causam intensos tormentos. Em contrapartida, essa característica, exclusiva do homem, enseja grandes criações artísticas, obras monumentais e fundamentais avanços da civilização. O poeta Murilo Mendes nos lembra: “Só não existe o que não pode ser imaginado”. Portanto, manda a prudência, é preciso que direcionemos nossa imaginação sempre para o lado positivo, agradável e bonito da vida.

24/07/2009 GMT -2

Confraria clandestina (Pedro J. Bondaczuk)

celu @ 20:44

convento.jpg

A tradição esotérica diz que a humanidade já atingiu, por dez ou doze vezes ao longo do tempo, o ápice da civilização e retroagiu às cavernas, em consequência de catástrofes provocadas pela ganância, pela insensatez e, sobretudo, pela estupidez do homem. O cinema tem explorado muito essa possibilidade. Filmes como o “Planeta dos Macacos”, por exemplo, abordaram, posto que de maneira superficial, esse tipo de hipótese ou de fantasia, sei lá.

Está provado, cientificamente, que as grandes hecatombes aterrorizam de tal forma as pessoas nelas envolvidas, que ocorre uma espécie de amnésia coletiva entre os que conseguem sobreviver a elas. O instinto de sobrevivência sobrepõe-se a todos os valores, quer sejam éticos, morai, legais ou comportamentais. E a parte animal do ser humano prevalece, invariavelmente, sobre a razão, em detrimento desta.

Mitos? Lendas? Pode ser! Mas pode ser que não sejam. Não há como provar nem uma coisa e nem outra. O mais provável é que descrições de algumas dessas civilizações extintas, feitas por poetas, por escritores, por místicos ou por filósofos (como a da Atlântida, descrita por Platão, com base em supostos relatos feitos por um sacerdote egípcio ao líder ateniense Solon), sejam resquícios de memória coletiva adormecidos, que emergem na mente de indivíduos superiormente dotados.

Há muitos deles no mundo atual, como que escondidos, temendo falar sobre o que sabem, com receio de exposição ao ridículo. Essas pessoas, porém, têm uma responsabilidade muito grande, pelo fato de terem uma acuidade mental privilegiada. Compete-lhes guiar as massas pelos caminhos da virtude e do bem, para impedir que um novo ciclo civilizatório (o atual), em iminente perigo, se encerre abruptamente, com outra catástrofe, provavelmente nuclear. E que tudo tenha que começar de novo, virtualmente do “zero”, penosamente, por longos milênios a fio, como que num "moto perpétuo" de evolução espiritual e material e profundo e abrupto retrocesso.

O novelista espanhol, Fernando Sanchez Dragó, observa a este propósito: "Há uma determinada classe de seres humanos que são portadores da chama, por assim dizer, que formam uma confraria universal acima das idéias, acima das fronteiras; pessoas que, sem se conhecerem se reconhecem quando se vêem...e são os que se salvarão, os que estão preparados para viver, são os Noés, por assim dizer, que levam toda sua vida construindo uma arca e essas pessoas são convocadas a erigir um novo mundo".

Considero jornalistas (alguns), pelo nível de informação e de consciência que a atividade que exercem os obriga a alcançar, como sendo membros dessa “confraria da clandestinidade”, como a denomina Dragó, dessa casta especial de homens esclarecidos, desses “Noés” contemporâneos. A maioria, porém, abre mão dessa prerrogativa. Opta por exercer sua função de forma preguiçosa, convencional e burocrática, quando não arrogante. E estes, infelizmente, são os que levam vantagem nas redações e fazem estragos imensos, mesmo que não pretendam conscientemente isso.

A quanta informação fundamental, por exemplo, vedada à grande maioria das pessoas, eles têm acesso, sem que ao menos a tentem transmitir à população! É certo que, via de regra, sofrem coação – não raro da direção das empresas a que estão vinculados – para que omitam determinadas denúncias, que não deveriam omitir. Para preservar o emprego, todavia, submetem-se docilmente. Satisfazem, dessa forma, os interesses de quem os paga, em detrimento daqueles a que (pretensamente) se dispuseram a servir: o público.

Assim, muita coisa que poderia (e deveria) ser evitada, acaba não sendo. Guerras que poderiam morrer no nascedouro (como a do Iraque), merecedoras do repúdio generalizado (como todas, por sinal) por sua inutilidade e perversidade, acabam sendo aceitas passivamente, por uma população mal-informada e desinteressada, e até apoiadas por ela, mesmo que “beneficiem” somente à poderosa indústria de armamentos, de olho apenas em lucros, não importa a que preço.

Esses jornalistas, convocados a erigir um novo e maravilhoso mundo, que por uma razão ou por outra abrem mão dessa convocação, contribuem, com sua omissão (para não dizer covardia), para que os riscos se multipliquem. Que tal se pelo menos aproveitassem o que já está feito e tentassem melhorar o que aí está?!

Que tal se buscassem – mas sinceramente, e com todo o empenho – mudar o coração dos tiranos, dos néscios, dos arrogantes, dos alienados, dos violentos, dos obcecados pela cobiça e dos ignorantes, para que a catástrofe não sobreviesse e a civilização, em vez de morrer, e dos sobreviventes (caso haja, é claro), em vez de terem de recomeçar do zero, aperfeiçoassem o que já existe, e erigissem sociedades justas, harmoniosas e equilibradas?! Utopia? Pelo que se vê hoje em dia, sem dúvida alguma! Mas poderia não ser!

21/07/2009 GMT -2

Ceticismo

celu @ 23:50

ceticismo.jpg

O ceticismo é um veneno que contamina a alma e tolhe as ações de quem se entrega ao seu domínio. Impede que as vítimas façam coisas além das indispensáveis, por não crerem em nenhuma finalidade superior da vida. O cético é pior do que o absolutamente crédulo. Não acredita em nada e ninguém e vive por viver. Com o tempo, amargurado e infeliz, finda por se tornar parasita, peso morto para si e para os que o rodeiam. É renitente desconfiado, não coopera com ninguém e se mantém sempre omisso. Affonso Romano de Sant’Anna escreveu, numa de suas tantas crônicas: “O ceticismo é o barateamento de uma certa filosofia. O cético não vive, desconfia. Não participa, espia. Não faz, assiste”. Claro que não devemos acreditar, sem o devido senso crítico, em tudo o que ouvimos, lemos ou vemos. Mas a moderação é essencial. Afinal, os extremos são sempre nocivos e a virtude está no meio. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra, manda a prudência.

19/07/2009 GMT -2

Há pessoas...

celu @ 19:45

pessoas041.jpg

“Há pessoas que crêem que o universo e a vida sejam frutos de mera casualidade e que, por isso, não têm qualquer finalidade. Acreditam que tudo se originou da inusitada explosão de um conglomerado de matéria e de energia, hiper-concentrado, de dimensões ínfimas, que se expandiu e resultou em estrelas, planetas, constelações, galáxias etc. Há os que vivem por viver, sem questionar a razão, a natureza e a finalidade de nada. Mas há, também, os que intuitivamente “sentem”, e por isso “sabem”, que nada é casual. Que tudo tem finalidade superior e nobre. Que o universo, para ser tão complexo e perfeito, tem que ter uma inteligência superior que o comande e ordene. Crêem que para haver relógio é necessário que haja um relojoeiro. O filósofo Immanuel Kant é um deles e constata: “O coração humano recusa-se a acreditar num universo sem uma finalidade”. Nada faz sentido, portanto, se não se crer na existência e onipotência de Deus!”

16/07/2009 GMT -2

Podemos (O Escrevinhador)

celu @ 02:19

“Podemos (e devemos) marcar nossa passagem no mundo com humildade, abnegação e capacidade de servir, sem depender da ilusão da fortuna e do poder. Basta que nos livremos do egoísmo, da cobiça e da auto-adoração e que estejamos sempre atentos ao que se passa ao nosso redor, para construir, curar, consolar e ensinar, sem esperar recompensas. Estas virão, de forma espontânea e justa, e com fartura. A principal será a certeza de termos feito o melhor que poderíamos. A poetisa Gabriela Mistral, que foi, sobretudo, mestra (na mais legítima acepção do termo), deixou-nos esta magnífica exortação a respeito: “Onde houver uma árvore para plantar, planta-a tu. Onde houver um erro para emendar, emenda-o tu. Onde houver um esforço de que todos fogem, fá-lo tu. Sê tu aquele que afasta as pedras do caminho”. Existe ideal mais nobre do que este, de servir, espontaneamente, os que precisam? Este é o verdadeiro desafio que a vida nos impõe!”

15/07/2009 GMT -2

Ideal nobre

celu @ 00:55
“Podemos (e devemos) marcar nossa passagem no mundo com humildade, abnegação e capacidade de servir, sem depender da ilusão da fortuna e do poder.  Basta que nos livremos do egoísmo, da cobiça e da auto-adoração e que estejamos sempre atentos ao que se passa ao nosso redor, para construir, curar, consolar e ensinar, sem esperar recompensas.  Estas virão, de forma espontânea e justa, e com fartura.  A principal será a certeza de termos feito o melhor que poderíamos.  A poetisa Gabriela Mistral, que foi, sobretudo, mestra (na mais legítima acepção do termo), deixou-nos esta magnífica exortação a respeito: “Onde houver uma árvore para plantar, planta-a tu. Onde houver um erro para emendar, emenda-o tu.  Onde houver um esforço de que todos fogem, fá-lo tu.  Sê tu aquele que afasta as pedras do caminho”.  Existe ideal mais nobre do que este, de servir, espontaneamente, os que precisam? Este é o verdadeiro desafio que a vida nos impõe!” (Pedro J. Bondaczuk)

10/07/2009 GMT -2

Minha caminhada

celu @ 00:21

 “Sei que na minha caminhada tem um destino e uma direção, por isso devo medir meus passos, prestar atenção no que faço e no que fazem os que por mim também passam ou pelos quais passo eu...

Que eu não me iluda com o ânimo e o vigor dos primeiros trechos, porque chegará o dia em que os pés não terão tanta força e se ferirão no caminho e se cansarão mais cedo...

Todavia, quando o cansaço houver, que eu não me desespere e acredite que ainda terei forças para continuar, principalmente quando houver quem me auxilie...

É oportuno que, em meus sorrisos, eu me lembre de que existem os que choram, que, assim, meu riso não ofenda a mágoa dos que sofrem: por outro lado, quando chegar a minha vez de chorar, que eu não me deixe dominar pela desesperança, mas que eu entenda o sentido do sofrimento, que me nivela, que me iguala, que torna todos os homens iguais...

Quando eu tiver tudo, farnel e coragem, água no cantil, e ânimo no coração, bota nos pés e chapéu na cabeça, e, assim, não temer o vento e o frio, a chuva e o tempo.

Que eu não me considere melhor do que aqueles que ficarão atrás, porque pode vir o dia em que nada terei mais para minha jornada e aqueles, que ultrapassei na caminhada, me alcançarão e também poderão fazer como eu fiz e nada de fato fazer por mim, que ficarei no caminho sem concluí-lo...

Quando o dia brilhar, que eu tenha vontade de ver a noite em que a caminhada será mais fácil e mais amena; quando for noite, porém e a escuridão tornar mais difícil a chegada, que eu saiba esperar o dia como aurora, o calor como bênção...

Que eu perceba que a caminhada sozinho pode ser mais rápida, mas muito mais vazia...Quando eu tiver sede, que encontre a fonte no caminho, quando eu me perder, que ache a indicação, a seta, a direção...

Que eu não siga os que desviam, mas que ninguém se desvie seguindo os meus passos...Que a pressa em chegar não me afaste da alegria de ver as flores simples que estão a beira da estrada, que eu não perturbe a caminhada de ninguém, que eu entenda que seguir faz bem, mas que, às vezes, é preciso ter-se a bravura de voltar atrás e recomeçar e tomar outra direção...

Que eu não caminhe sem rumo, que eu não me perca nas encruzilhadas, mas que eu não tema os que assaltam-me, os que embuçam, mas que eu vá onde devo ir e, se eu cair no meio do caminho, que fique a lembrança de minha queda para impedir que outros caiam no mesmo abismo...

Que eu chegue, sim, mas, ainda mais importante, que eu faça chegar quem me perguntar, quem me pedir conselho, e acima de tudo, me seguir, confiando em mim!”

06/07/2009 GMT -2

Desapego

celu @ 22:43

quevidafezseluz.jpg

 “Agarramo-nos demais a muitas coisas. Criamos dificuldades, tensões e problemas porque somos muito possessivos e apegados. Precisamos aprender a doutrina do desapego e do “deixar ir”. “Deixar ir” não quer dizer descuido ou negligência, assim como desapego não quer dizer indiferença ou distanciamento. É apenas libertar-se dos apegos e da possessividade.Quando você fizer alguma coisa, faça-a com todas as suas forças. Ponha a sua vida nela. Mas não a possua nem se deixe possuir por ela. Não se agarre a ela. Quando ela estiver concluía, deixe-a ir.Muitas mães matam seu filho único por causa de um amor aferrado ou possessivo. A mãe deve deixar o filho ir quando ele estiver crescido, assim como os filhotes são afastados pela mãe leoa. Os amantes devem amar, mas não ser proprietários um do outro; quando o amor se transforma em propriedade, está arruinado. O dinheiro é uma coisa maravilhosa e muito importante na vida moderna, mas, quando um indivíduo se agarra a ele, torna-se avarento; e quando se está possuído pelo dinheiro, não existe vida. Se nos agarramos à oposição, ela se transforma em raiva. Se nos agarramos ao bem-estar, ele se transforma em avidez.É muito fácil aferrar-se às palavras e ações que os outros disseram e fizeram no passado; com isso criamos problemas. Agarramo-nos ao passado e negligenciamos o presente. O mundo e a vida estão continuamente mudando; e assim, em vez de nos apegar ao passado, devemos viver uma vida nova e revigorada a cada dia. E tampouco devemos nos agarrar ao futuro e negligenciar o presente, porque o futuro é desconhecido e ainda está por vir. Devemos viver o máximo no presente.

Em última análise, todas as coisas neste mundo e nesta vida surgem e se vão à vontade delas. Permita que o Caminho dirija os caminhos e deixe ir seus próprios apegos. Esta é a maior das libertações. Nem mesmo à vida devemos nos apegar, mas deixá-la ir, e então seremos capazes de viver livremente. Muitas mortes foram transcendidas pelo desapego.” (Sensei Gyomay Kubose)

02/07/2009 GMT -2

Afinidade...

celu @ 21:06

Não é o mais brilhante, mas é o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
Não importa o tempo, a ausência, a distância, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, o afeto, no exato ponto de onde foi interrompido. (Artur Távola)

Arquivo | Crie seu Blog Agora! Fácil e Grátis!