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Comportamentos Diferentes

11/10/2009 GMT -2

Alfabeto

celu @ 23:08

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"Esta noite um alfabeto amanheceu junto a mim: vinte e cinco letras, todas misturadas entre si, foram descendo uma a uma em minha cama. Elas nasceram e viveram esta noite aqui comigo. Vinte e cinco letras sairam da minha cabeça de sonhos por um fio de cabelo. A letra S foi a primeira que saiu, e depois as outras todas foram saindo com seu brilho interminável, numa espécie de marcha gloriosa de uma literatura de audazes. E foram então se multiplicando com alguma regularidade fantástica, pois havia uma inteligência linda sustentando todas elas nos meus sonhos, e elas cromossomos de si mesmas, já continham as palavras que seriam ao sair. A primeira foi SONHO, e a segunda foi AMOR, a terceira LIBERDADE , a quarta VENTO, depois PRAZER, FILOSOFIA, PECADO... E elas foram todas assim se sucedendo e se construindo de forma natural. Palavras simples e complexas, versos delicados, milhares de substantivos caindo ao meu lado, adjetivos dançando uma dança de loucuras, predicados, advérbios e pronomes, todos dançando um balet de gostosuras. Palavras, palavras, palavras...
Quando acordei, a aurora já existia, e eu estava inundado de palavras. Então as amei, uma por uma, todas."

08/10/2009 GMT -2

Laços magnéticos

celu @ 23:37

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“No começo, tudo é encanto e alegria. Você se apaixona, ele se apaixona e há uma vibrante troca de fluído magnético entre os dois. “Quando duas pessoas se enamoram, os campos de energia magnética de ambos brilham e se entrelaçam. São os pólos magnéticos que se cruzam. A força produzida pela interação dos apaixonados é tão intensa que, sem perceber, o casal alimenta-se dela. A energia gerada por essa emoção transparece no olhar, na pele.
A atividade sexual intensifica essa troca vital. O casal passa a trocar energia magnética pelos seus poros.
Com o tempo, os dois apaixonados começam a formar verdadeiras correntes magnéticas que ligam um ao outro, transmitindo e captando energia magnética de amor, carinho e ternura, refinando todas as emoções e sentimentos dentro do relacionamento. Mas também pode ser que isso não aconteça. E o resultado dessa união seja uma relação infeliz ou muito dependente. Ela pode até durar muito tempo, mas está baseada num frágil equilíbrio entre carências e dependências. Tal situação instável tende a gerar uma obsessão doentia de um pelo outro, brigas ligadas à competitividade ou ao desejo de ser aquele quem manda mais na relação. Um exemplo comum dessa situação é aquele no qual a mulher se direciona inteiramente para o homem e faz tudo o que ele quer. Assim ela retira a energia magnética de si mesma, esquecendo-se de que é a entidade autônoma, brilhante e cheia de vida por quem sua parceira um dia se apaixonou.
Quando a separação acontece, mesmo morando em casas separadas e com o fim do contato sexual, fortes laços magnéticos continuam presentes. Muitas vezes um dos parceiros – justamente o que sente mais a dor da separação – continua a nutri-las, por meio de sentimentos como mágoa, tristeza, raiva ou desejo de tornar a controlar novamente a situação. Isso é compreensível se pensarmos que os laços que um dia uniram corações não se desfazem apenas baseados na lógica ou na separação dos bens materiais. “Quanto mais profunda a união, mais forte é o elo que se forma entre duas pessoas. Os corpos já podem estar separados, mas a energia criada entre eles ainda os mantém juntos.”

07/10/2009 GMT -2

Três domínios

celu @ 21:54

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 “Os toltecas, um povo que buscava a sabedoria do viver e que habitou o sul do México há presumíveis quatro mil anos falavam que, para sermos condutores do nosso próprio sonho e assim conseguir transpor o nevoeiro, o perigoso mitote, como eles chamavam, é preciso lutar pela manutenção de três domínios em nossa mente. O domínio da Consciência, o da Transformação e o da Intenção, que nos libertam da domesticação social que nos foi imposta e transformam energia material em emocional em nosso cérebro.

Pela Consciência, essa arma maior do ser humano que faz com que veja o resultado das suas ações no mundo e as consequências que as circunstâncias têm sobre si, captando o verdadeiro valor das coisas no mundo, adquirimos lucidez e a chance de enxergar as situações como elas são, realmente, ao invés de vê-las como queríamos que fossem.

O domínio da Transformação nos traz coragem e um fundamental crédito: o de que podemos mudar o rumo dos fatos, depois de acontecidos, já que dentro de nós está a chama dessa mudança. Como dizia Gandhi, “você é a mudança que quer ver no mundo”.

E a Intenção é que contém a força da vontade, do querer transformar após a conscientização. Um querer sólido e não apenas o capricho de realizar ou o ensaio da possibilidade, como se sente em muitas pessoas, os diletantes da existência, cheios de teorias, de propostas filosóficas, mas sem nenhum embasamento, sem jamais “colocar a mão na massa”, como pregava o antigo ditados das avós.

Para atingirmos minimamente esses três domínios, precisamos, antes de mais nada, tentar afastar as sombras do Juiz, da Vítima e do Sistema de Crenças que se alicerçam nos pensamentos e que são responsáveis pelas culpas, que levam a pagar muitas vezes pelo mesmo erro, pela fragilidade que acaba facilitando a dominação dos outros e por crer que temos que corresponder sempre ao que esperam de nós.

Eis porque os toltecas apelavam para a dignidade da rebeldia, para que não acabemos vítimas dessa frivolidade que hoje, então, na Sociedade do Espetáculo – onde o ser trocou de lugar não só com o ter, mas com o aparecer – anula qualquer entendimento em nome das imagens de aprovação, dos aplausos fáceis, dos discutíveis méritos utilitários.

Não é fácil conseguir a vitória sobre as sombras e nem conseguir o domínio dessas três abençoadas forças, mas é preciso lutar. Como uma forma de viver, o oposto de se aposentar da vida, tornando-se um prisioneiro de acordos unilaterais convenientes para a sociedade e perdendo um privilégio inigualável: a conquista da identidade.

É pena que algumas pessoas não aproveitem os anos passados para usufruir de tudo isso, presas às regras, ao metodicismo, estancadas no tal Sistema de Crenças e vivendo entre fantasmas e medos, achando que a passagem dos anos é um fantasma ao invés de ser a benção que é. Ou melhor, que pode ser para alguns.”

03/10/2009 GMT -2

Desconfiança ou Insegurança?

celu @ 21:22

 “Desconfiança ou insegurança, em vários momentos, fazem parte de nossas vidas. Seja em âmbito profissional ou pessoal. Quem não passou por isso?! Desconfiança gera Insegurança? Ou a Insegurança gera Desconfiança? Podemos entender que as duas coisas andam lado a lado.

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Existe um filme chamado “Dúvida”, de John Patrick Shanleyo, que adaptou sua premiada peça para o cinema. No elenco do filme estão Philip Seymour Hoffman, Meryl Streep, Amy Adams e Viola Davis. No filme, Meryl Streep interpreta uma freira rígida que dirige uma escola católica conservadora. Ao longo da história, ela começa a desconfiar do padre da paróquia e cria um círculo de acusações que em momento algum conseguem ser provadas. Tudo fica no ar para o espectador interpretar da forma que quiser. O filme retrata perfeitamente o que a desconfiança é capaz de gerar.

A desconfiança, em excesso, é um terrível sentimento que prejudica gravemente uma relação entre pessoas e consequentemente uma melhor integração no ambiente em que vivem, mas sendo ponderada, pode fazer bem.
Uma pessoa que está sempre a desconfiar de outras sente-se num mundo hostil, onde todos a querem enganar. Sente-se acossada.  Algumas pessoas procuram a “verdade” durante todo o tempo. Essa procura interminável é fonte de estresse, ansiedade, preocupação e angústia. Há muita dificuldade em reverter o quadro, porque é o tipo de relação que conhecem e na qual se espelham.

É fundamental notar que a desconfiança esteja sempre à procura de um motivo real onde se instalar e, de fato, nem precisa ser tão real assim: basta ser plausível e pronto! Ela se instala!! De fato, em realidade, para o desconfiado/inseguro típico, não importa que o “outro” faça para evitá-la, pois a insegurança estará sempre presente, à espera de um motivo, já que ela não depende de um motivo real, pois emana do EU. Vice-versa, poderíamos dizer que a Confiança e a Segurança são qualidades energéticas, ou seja, são sentimentos que a gente entrega, pois emana do eu para os outros, ou não existe, de modo algum.

Se eu confio,  não vigio,  se confio não me faço um negociante da confiança ou da desconfiança do outro,  não me torno um guarda restritivo e muito zeloso de suas posses adquiridas,  não me torno um segurança,  sempre pronto a cercar e garantir,  sempre pronto a proibir e a cercear a liberdade do outro.

Se eu, em nome de minha Insegurança exijo provas diuturnas de que a outra pessoa nada tenha feito para merecê-la, então,  de fato,  de dentro de minha Insegurança,  a outra pessoa  é culpada,  a menos que prove o contrário,  pois a realidade única que eu permito é a da minha desconfiança e a outra pessoa,  na verdade, não é levada em conta,  e sim,  desconsiderada e desrespeitada em sua individualidade,  poder de escolha e liberdade.  Cada pessoa tem a sua individualidade, e têm que respeitar a da outra.  Mas até que ponto prevalece a sua individualidade em um relacionamento?.  Se a coloca acima dos interesses da equipe (lado profissional) ou acima do interesse do relacionamento (seja amigos, pais/filhos, marido/esposa),  as pessoas já não irão enxergar com a mesma confiança.  Às vezes é preciso se entregar mais,  ser menos individualista.  Isto sim,  gera confiança.  E a atitude individualista gera desconfiança.  Aí está a raiz psicológica da democracia aplicada ao campo dos relacionamentos interpessoais.

O testemunho da outra pessoa vale muito pouco, nas horas negras, pois a desconfiança não permite entrega, não baixa a guarda e o temor engole, em seus subterrâneos mais profundos, todo e qualquer sentimento positivo que se podia nutrir na cena de ciúme e traição que o desconfiado/inseguro constrói.  Uma coisa é certa: Ninguém sofre mais com o ciúme e a insegurança, do que o próprio ciumento/inseguro. Trata-se de um grande desperdício de energia e de vida! Quem sofre tanto com este problema faria por bem ocupar-se mais (atentar) para aquilo que ele(a) entrega no relacionamento (pessoal e/ou profissional), e menos, com aquilo que ele(a) recebe.

Assumir a responsabilidade pelo que entregamos nos faz retomar o foco em nós mesmo (e naquilo que emana do eu), assim como nos faz parar de criticar tanto a outra pessoa, como se ela fosse o nosso obstáculo de plantão na jornada/caminhada na direção da felicidade e da plenitude. 

O que leva a pessoa a suspeitar muito é o saber pouco! Por isso as pessoas deveriam dar remédio às suspeitas procurando saber mais do caráter do próximo (desde que a outra pessoa dê abertura para se conhecer), em vez de se deixarem sufocar por elas.  As suspeitas, que o espírito de si próprio gera, não são mais do que zumbidos; mas as que são artificialmente alimentadas com histórias e ditos maliciosos, essas possuem venenosos ferrões. Certamente, o melhor meio de abrir caminho na floresta das suspeitas é falar francamente com a pessoa de quem se desconfia; porque assim ter-se-á a certeza de conhecer melhor a verdade do que se conhecia antes, e conseguir-se-á que a pessoa de quem se desconfiou seja de futuro mais circunspecta e dê outros motivos de suspeição.”

28/09/2009 GMT -2

Passar pelo fogo

celu @ 13:48

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 “Milho de pipoca que não passa pelo fogo, continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente, as grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesma mesmice e uma dureza assombrosa  só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos, a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego, ou ficar pobre! Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui, com isso a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Ai, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: Bum! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa à estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.

A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira, não vão se transformar na flor branca, macia  e nutritiva, não vão dar alegria para ninguém.”

27/09/2009 GMT -2

Cura para trauma emocional

celu @ 00:32

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O que são traumas emocionais?
Um trauma é um ferimento que causa um comprometimento, afetando nossa forma de agir, pensar e sentir.

José do Egito - um dos mais fascinantes personagens das Escrituras (Gênesis 50.14-21) - nos ensina como podemos superar os traumas emocionais.

As sete feridas da alma
Perda / Rejeição / Violência / Assédio sexual / Calúnia / Injustiça / Ingratidão

A atitude de ressentimento
Muitas vezes há, em nossa alma, ódio e ressentimento associados às lembranças dolorosas.
Ferida + amargura = escravidão: ficamos presos à tristeza e ao passado, à ofensa e ao ofensor.
“E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; pois, o que eu também perdoei, se é que alguma coisa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo, para que Satanás não leve vantagem sobre nós; porque não ignoramos suas maquinações”
(2 Coríntios 2.10,11)

A atitude de perdão
Você precisa admitir o mal que foi feito.
Você precisa perdoar as pessoas envolvidas.
Você precisa permitir que Deus trate as suas feridas.
“E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”
(Romanos 8.28)

Aproprie-se dessa cura. Seja feliz consigo mesmo e esteja aberto ao poder de Deus em sua vida.

25/09/2009 GMT -2

Defeitos de todo o ser humano (Crazy Diamond)

celu @ 19:00

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Idiota! Ele é idiota.

A sua idiotice é tanta que nem consegue perceber que não passa de um idiota. E isso é constrangedor. Não é constrangedor para mim, nem para sua mãe, nem para outra pessoa qualquer, é constrangedor para ele saber que não consegue nem perceber o quanto é idiota. E quando descobrir toda essa idiotice, vai acreditar em mim. 

Preconceituoso! É isso que ele é.

Ele sempre se limita a preconceituar as pessoas antes de conhecê-las realmente, e isso é tão natural que ele só percebe o tamanho do seu preconceito depois que se surpreende ou se decepciona com alguém. Não julgue mais pelas aparências. 

Ambicioso! Essa você já sabia.

Toda essa sua ambição compulsiva, quer "ter" tudo! Quer felicidade, quer amor, quer dinheiro, quer viver, quer morrer, sempre quer! Já está mais do que na hora de querer menos e fazer mais por merecer. Por ai existem pessoas que nem querem tanto, porém tem menos que você. E ai? Vamos dividir o que temos? Nem pensar! O que é meu é meu! Eles que se virem, não é mesmo?! Todo ser humano tem a qualidade de se admirar, e o defeito de se condenar. Tem o defeito de se admirar, e a qualidade de se condenar.

Sempre que olhar para frente, lembre-se de que lá no fundo você é uma vergonha. Envergonhe-se de seus defeitos, corrija-os na medida do possível. Isso mesmo, corrija! Essa é uma das poucas virtudes do ser humano, que é a de evoluir e aprender com o erro. Não desperdice a chance de melhorar.

21/09/2009 GMT -2

Ações cruéis

celu @ 15:28

Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pródigo em tudo providenciar ao homem.
Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e lã.
Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das árvores ou aprisionados em gaiolas douradas.
Retribuem as carícias com fidelidade extremada, até o sacrifício da própria vida.
Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?
Basta se viaje e nas rodovias se encontram à venda várias aves, especialmente periquitos e papagaios, recém retirados do seu habitat.
Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para não alçarem vôo.
Se a necessidade ou a ignorância de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a negócios ou a passeio, que pára e adquire o espécime?
Para quê? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?
Logo, o bichinho está relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando não por doenças que contrai pela alimentação inadequada que recebe.
De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e cágados.
Também retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da criançada... Por algum tempo.
Até crescerem tanto que deixam de ser engraçadinhos. Alimentados de forma incorreta, têm os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o são, a zoológicos da cidade.
Para que tirá-los da condição de liberdade?
Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que é fruto do seu egoísmo e do pouco valor que dá à vida.
Já se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos à mostra, carregando fardos pesadíssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.
Patos e suínos confinados em espaços mínimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.
Onde o respeito à vida, à natureza, ao ser inferior?
Conscientizemo-nos de que somente alcançaremos a felicidade, quando não venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.
Porque em síntese, toda agressão à natureza redunda em prejuízo para quem a pratica.
 
* * *
 Carl Sagan, astrônomo americano, disse que se fôssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que não há vida inteligente na Terra.
É que o hipotético viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra estão destruindo suas fontes de vida.
A camada de ozônio, as florestas tropicais, o
solo fértil, tudo sofrendo constantes ataques.

16/09/2009 GMT -2

A vida

celu @ 00:38

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13/09/2009 GMT -2

Certos amigos são indispensáveis

celu @ 22:43

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Certos amigos são indispensáveis, simples como aquela estradinha de terra no interior, onde do alto da colina podemos avistá-la inteirinha, sabemos onde podemos ir e onde podemos chegar, são transparentes e confiáveis.

Outros, acabaram de chegar, como estradas que só conhecemos pelo Guia, e vamos nos aventurando sem saber muito bem seus limites, é um caminho desconhecido, mas que sempre vale a pena trilhar.

Tem amigos que lembram aquelas estradas vicinais, que pouco usamos, pouco vemos, mas sabemos que quando precisarmos, ela estará lá, poderemos passar e cortar caminho, mesmo distante, estão sempre em nossa memória.

E na viagem da vida, que pode ser longa ou curta. Amigos são mais do que estradas, são placas que indicam a direção, e naqueles momentos em que mais precisamos por vezes são o nosso próprio chão...

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