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Uma reflexão

28
Junho
2008
celu — @ 11:38

Quino (criador da personagem Mafalda) é um famoso cartunista argentino, conhecido mundialmente por ser alguém cujos trabalhos sempre demonstraram uma preocupação para com os sentimentos e para com os aspectos mais sensíveis das relações humanas.

cartum.jpg

Este "cartum" expressa bem a solidão, o individualismo, o egocentrismo, tão marcantes nos nossos dias, causas de impulsos autodestrutivos e que devem ser objetos de nossa atenção.

Preparação

27
Junho
2008
celu — @ 18:06

floresta2.jpg 

Os que pela primeira vez penetram numa floresta, evidentemente, não sabem o que os espera e como agir. Assim, quem tiver que realizar tal tarefa deve preparar-se bem. O mesmo deve o ser humano fazer com seu espírito. Este precisa estar preparado para empreender a caminhada terrena. Ele estará em boas condições se o coração estiver pleno de amor, a razão equilibrada e ajustada na balança da fraternidade, da caridade e do perdão. Precisa o ser humano procurar colocar nela essas virtudes, para que o mundo de hoje possa também reequilibrar-se ao despontar o terceiro milênio.

Pense nisto

25
Junho
2008
celu — @ 16:47

pensamentos.jpg

Infância

23
Junho
2008
celu — @ 21:41

anjo.gif 

Se a humanidade tem como maior patrimônio a infância, esta precisa ser melhor observada. As crianças, hoje, têm potencial espiritual que outras das diversas gerações jamais possuíram. Por quê? Alguém teria feito esta pergunta? Não estaria Deus, na Sua suprema sabedoria e vigilância, ajudando a humanidade a se ajustar? Essas crianças não estão provando, com sua dose de amor e sabedoria, que estão assimilando tudo quanto o ser humano há conhecido? Guie-se, pois, o ser humano pelo amor e compreensão das crianças e um novo mundo surgirá à sua frente.

You've Got A Friend (Carole King)

19
Junho
2008
celu — @ 17:44

news_2229.jpg 

Quando você estiver abatida(o) e preocupada(o)
E precisar de uma ajuda,
E nada, nada estiver dando certo,
Feche seus olhos e pense
em mim
E logo eu estarei aí
Para iluminar até mesmo suas noites mais sombrias.

Apenas chame alto meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja
Eu virei correndo
Para te encontrar novamente.
Inverno, primavera, verão ou outono,
Tudo que você tem de fazer é chamar.
E eu estarei lá, sim, sim, sim,
Você tem um amigo.

Se o céu acima de você
Tornar-se escuro e cheio de nuvens
E aquele antigo vento norte começar a soprar,
Mantenha sua cabeça sã e chame meu nome em voz alta
E logo eu estarei batendo na sua porta.
Apenas chame meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja
Eu virei correndo para te encontrar novamente.
Inverno, primavera, verão ou outono,
Tudo que você tem de fazer é chamar
E eu estarei lá, sim, sim, sim.

Ei, não é bom saber que você tem um amigo?
As pessoas podem ser tão frias,
Elas te magoarão e te abandonarão
E então elas tomarão sua alma se você permitir-lhes.
Oh, sim, mas não permita-lhes.

Apenas chame alto meu nome
E você sabe, onde quer que eu esteja
Eu virei correndo para te encontrar novamente.
Você não entende que
Inverno, primavera, verão ou outono,
Ei, agora tudo que você tem a fazer é chamar?
Senhor, eu estarei lá, sim eu estarei,
Você tem um amigo,
Você tem um amigo.
Não é bom saber? Você tem um amigo...
Não é bom saber? Você tem um amigo...
Você tem um amigo...

Terremotos...

18
Junho
2008
celu — @ 22:25

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Dizem que passado o terremoto de Lisboa (01/11/1755) que destruiu cerca de 85% da cidade , o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer. Ele respondeu ao Rei: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar. Muitas vezes temos em nossa vida "terremotos" avassaladores, como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que muitas vezes perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, objetiva.Todos nós estamos sujeitos a "terremotos" na vida.
O que fazer?
Exatamente o que disse o General: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". E o que isso quer dizer para a nossa vida?Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado.
É preciso "sepultar" o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa "esquecer" o passado.
Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto. Fechar os portos significa não deixar as "portas" abertas para que novos problemas possam surgir ou "vir de fora" enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou do terremoto de nossa vida.
Significa manter o foco no "cuidar dos vivos".
Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.
Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

Quem tem medo de pensar?

17
Junho
2008
celu — @ 13:11

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Muitas pessoas não aprendem e não crescem porque não querem pensar. Quanto mais nosso cérebro é exigido, mais poderoso fica. Quanto menos exigido, mais preguiçoso, por isso os desafios são tão importantes, apresente sempre um desafio para o seu cérebro e ele vai agradecer, pois assim vai receber mais sangue, ficar mais sadio e bem disposto. Quando você aprende uma nova atividade, ou enfrenta um desafio intelectual, utiliza 90% da força do seu cérebro. Quando realiza atividades repetitivas, usa somente 5%. Henry Ford dizia: “Pensar é uma atividade realmente trabalhosa, por isso poucas pessoas a executam”. Contam uma história a respeito dele: certa vez, um funcionário apresentou-lhe um projeto, e Ford o remunerou com o equivalente a três dias de trabalho. Quando o colaborador saiu de sua sala, porém, jogou o projeto no lixo. Sua secretária, perguntou-lhe o motivo de haver remunerado por um trabalho que não o servia. Ele respondeu: “Não o recompensei pelo projeto, mas sim por ter pensado e mostrado interesse nos nossos resultados”. Ele estava certo, ao contrário do seu funcionário muita gente detestava pensar. Crie você mesmo uma dinâmica de utilização de cérebro.

Lembre-se que o cérebro é como um músculo: quanto mais você exercitar, mais poderoso ele ficará.

Sentimentos e emoções

14
Junho
2008
celu — @ 16:28

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Falando em emoções, pode-se inicialmente dizer que o conceito de emoção é de fácil definição. Todavia, não conseguiremos falar em emoção sem falar também sobre sentimentos. Sentimento é igual a sentir, perceber, captar uma impressão. Emoção é igual a abalo. (Sentimento, substantivo masculino. Emoção, substantivo feminino. Um casal que se completa e harmoniza.)

A gama de sentimentos por que passamos durante toda uma vida leva à criação de estados emocionais. Cada sentimento traz um efeito (um abalo) e estes levam a pessoa a um determinado estado emocional, que se poderia definir como sendo um complexo estado de excitação do qual participa o organismo todo. Então, este estado chamamos de emoção. (que surge depois do sentimento ou junto dele) Alegria, Tristeza, Raiva e Confusão são sentimentos que provocam exemplos do fenômeno da emoção, que são expressos ou atuam no corpo, na mente e no comportamento.

Percebemos a realidade, a envolvemos com nossos sentimentos e produzimos nossas emoções. Quando a uma outra pessoa traz uma vastidão de sentimentos como dor, raiva, revolta, opressão, impotência, ... tem a nítida emoção de que não consegue mais caminhar na vida.

Contudo, há um sentimento que fundamenta a vida social dos seres humanos baseado na atitude de aceitação legítima do outro, sem julgamentos ou exigências e que poderia ser denominado Amor. E é  este sentimento que “abala” a outra pessoa, trazendo a ela uma nova emoção que poderá resgatá-la do desejo de desistir de viver.

Respeitando as máscaras

12
Junho
2008
celu — @ 18:07

espiritualidade.jpg 

No capítulo 5 do livro “Por que tenho medo de lhe dizer quem sou?”, de John Powell, chama a atenção um trecho que alerta sobre os cuidados que devemos ter com nossa tendência a “colocar as pessoas na linha”, de tirar as suas máscaras e de forçá-las a encarar a verdade reprimida. Eric Berne avisa sobre o perigo de desiludir as pessoas em relação a seus “jogos”. Pode ser que não consigam suportar isso. Elas buscaram um papel, começaram a jogar e a usar máscaras, exatamente porque isso iria tornar suas vidas mais fáceis e toleráveis. Diz o autor: “Portanto, devemos ser muito cuidadosos para não assumir a tarefa de confrontar as pessoas com suas ilusões. Somos todos tentados a desmascarar os outros, a destruir suas defesas, a deixá-los nus e cegos diante da luz de nossa descoberta. Os resultados podem ser trágicos. Se as peças psicológicas se soltarem, quem vai apanhá-las para colar o pobre Ser Humano de novo? Você vai? Você sabe? Se considerarmos a “não-diretividade” como a maneira mais respeitosa de tratar um ser humano, percebemos que estamos no caminho certo, pois apenas a aceitação e a confiança favorecem o reencontro da pessoa com sua essência verdadeira. Isso no momento em que ela se sinta preparada a derrubar algumas máscaras. Muitas vezes é difícil lidar com algumas situações em que fica evidente que a outra pessoa está usando a fantasia como teor principal da conversa. O alerta de John Powell é importante, já que não sabemos se a outra pessoa consegue viver sem suas defesas. Além do mais, não é preciso mais que respeito para ouvir alguém e mostrar nossa consideração. É claro que jamais devemos “estimular” a fantasia da outra pessoa e nem nos envolver ou nos deixar manipular por ela. Para isso é fundamental que “nossas” defesas sejam trabalhadas, para que possamos oferecer nossa compreensão à outra pessoa. Isso só ocorrerá se compreendermos os mecanismos de defesa que nós próprios usamos e por que o fazemos. Quanto mais nós investirmos no auto-conhecimento e auto-aperfeiçoamento, mais condições teremos de permitir ao outro ser quem ele é, e respeitar seu processo, confiando no potencial de cada ser humano.

Fraqueza espiritual

09
Junho
2008
celu — @ 16:49

casalbg2.jpg 

São espiritualmente fracas aquelas pessoas que, diante de uma catástrofe, esmorecem, entregando-se ao desânimo; insensatas as que, diante do falecimento de um parente ou pessoa amada, mostram-se descrentes de Deus e chegam a blasfemar. As que assim procedem não têm, realmente, fé bastante para compreender a morte, afinal, conseqüência lógica da vida. Há ainda um pouco de egoísmo nessa atitude, quando acham que a morte não tem razão de ser. Blasfemando ou chorando, lamuriando ou se revoltando, nada ganha quem assim procede; pelo contrário, desgasta-se e oferece ao seu semelhante uma imagem negativa, que não deverá existir.