Administrar Blog

Crie seu Blog Agora! Fácil e Grátis!


Vale a pena a vida plena

07
Junho
2008
celu — @ 12:30

zomm_07_011.JPG 

 “A vida plena, é uma proposta de reestabelecimento íntimo da pessoa com sua essência. A pessoa permite a ela mesma uma introspecção em seu ser, cujo objetivo é de se conhecer com profundidade. É uma tentativa da pessoa se harmonizar consigo mesma, com o outro e com o mundo. A pessoa vai praticando no seu dia-a-dia ser ela mesma, despojando-se das máscaras. A “vida plena” é uma caminhada e não um passo.

Não se consegue imediatamente, mas, é um processo para a vida toda. Constantemente a pessoa vai se comunicando internamente, ouvindo-a com clareza: o que pensa; o que sente; o que faz; o que diz. Essa experiência ocorre em clima de liberdade e não de restrições. Uma pessoa no processo de “vida plena”, escolhe livremente o que deseja e também respeita as opções do outro. Não se reprime e nem é repressor do outro. Flui de forma prazeroso e feliz o seu jeito de ser. Nesse processo, vai tentando funcionar plenamente, evitando atitudes pré-estabelecidas. Seu estado de ser é de abertura para o presente, para o aqui e o agora, e para o futuro também. Ela é espontânea, livre e respeita o jeito de ser do outro. Ela é criativa, comunicativa e construtiva. Ela acredita em si mesma, na capacidade de mudar as coisas, “sempre para melhor”, e acredita também nos outros.

Respeita a si mesma e ao outro, está satisfeita consigo mesma e está crescendo sempre. A vida Plena permite relação do Eu e do Tu num envolvimento autêntico construtivo e respeitoso. “A vida plena”, é uma auto-comunicação, buscando no seu interior toda a riqueza de si mesmo. É uma transformação interna, onde o Eu verdadeiro é resgatado depois de um longo processo de repressão. Esse processo não é estático e sim dinâmico, permanente e progressivo. Aos poucos, a pessoa vai destruindo seus mecanismos de defesa e vivendo suas experiências, com abertura. Na “vida plena”, a pessoa vai dissolvendo a estrutura psíquica pré-estabelecida (racionalismo defensivo), reformulando seus valores de vida e dando permissão para que seu Eu verdadeiro flua livremente, vivendo o aqui e o agora de uma forma totalizadora. Ela abandona as defensivas e deixa as coisas acontecerem, porque ela possui uma postura positiva e edificadora da vida. Posiciona-se de forma crítica, porém construtiva, através do diálogo, compreensão e aceitação do outro. A Vida Plena é um viver constante e de bons resultados, lentos, porém sólidos e verdadeiros.

“Vida Plena” não é uma conquista imediata, mas é um desafio cotidiano, onde, a todo momento o Eu é posto a prova. Por isso é preciso muita coragem nesse processo de abandono das máscaras, das atitudes controladoras, autoritárias e defensivas, a pessoa expõe o que de fato ela é em suas relações sociais e pessoais, e tudo pode acontecer, como: perdas, rejeições, conflitos, etc.

Em minha tentativa de quatro anos em pôr em prática a minha vida plena, tudo isto ocorreu, porém, o saldo é positivo, pois, as pessoas e coisas que ficaram são as verdadeiras. Ficaram as que gostam de mim como eu sou. Este resultado é maravilhoso, convivo com pessoas que eu tenho certeza que me curtem, que me amam e me aceitam sem restrições. Sinto-me muito gratificado e minha vida enriqueceu com estas pessoas maravilhosas em minha volta.

Gostaria de mencionar que, evidentemente não somos infalíveis, porém quando nosso organismo funciona de forma integral, temos mais oportunidades de viver e sentir o que desejamos, evitando emoções como: frustrações, depressões, etc. Compreendo que Vida Plena é o mesmo que deixar de ser uma mentira e passar a ser uma verdade. Essa ruptura do Eu falso para o Eu verdadeiro pode ser um processo difícil e até doído, mas quando conseguimos, nós renascemos, nós descobrimos um novo significado para a vida. Nós aprendemos a nos amar de verdade, amar o outro e o mundo.

A pessoa que consegue viver plenamente é uma apaixonada por si mesma e pela vida. Ela deixa de ser partes e transforma-se em uma pessoa inteira.”

Perder tempo

05
Junho
2008
celu — @ 20:29

tempo_abre.jpg 

Como tem gente que gosta de perder tempo! O tempo cronológico (o do relógio) não dá para não perdê-lo, pois ele passa mesmo com nossa relutância, mas o tempo cairológico (o da importância das coisas), este é muito mal usado e, até, perdido. Não é preciso neurotizar os minutos, como se tivéssemos de dar conta deles a uma entidade implacável. Mas o tempo cairológico depende de nossas escolhas. E o conselho sábio é: não perder tempo com minudências tolas e tolices irrelevantes.

Níveis de Comunicação na Família

03
Junho
2008
celu — @ 14:39

1378220.gif 

“Vivemos no século da comunicação. A capacidade do ser humano em transmitir dados e mensagens tem aumentado extraordinariamente nos últimos tempos. O rádio e o telefone são exemplos comuns das maravilhosas descobertas do século XX, mas o que dizer do fax, da internet, etc.? Não obstante a humanidade ter acumulado tecnologia e conhecimento na área da comunicação, as famílias e casais têm enfrentado grandes problemas por falta de comunicação. Pesquisas mostram que grande parte dos problemas familiares e conjugais têm seu início e agravamento por falta de comunicação funcional. Teóricos sobre o assunto falam de pelo menos cinco níveis de comunicação que abrangem uma comunicação totalmente disfuncional até uma comunicação funcional. Vejamos um pouco sobre cada nível: Nível 5: Comunicação Superficial: É um nível aparentemente seguro onde usamos expressões como: "como vai você?" "você viu o jogo de futebol ?" "Será que vai chover hoje?" etc. Essas são conversas em que nós permanecemos escondidos por detrás de nossas máscaras. Nível 4: Relatos de opiniões de outros sobre determinado assunto. Neste nível nos contentamos em relatar o que outra pessoa disse ou pensa, mas não nos comprometemos em dizer o que pensamos sobre o assunto. Continuamos atrás de nossas máscaras e defesas. Nível 3: Minhas Idéias e Julgamentos. Neste nível há um início de comunicação real. Estamos começando a correr o risco de expor nossas idéias e soluções sobre determinado assunto ou problema. Quem consegue chegar a este nível está no caminho certo. Nível 2: Sentimentos e emoções. Neste nível há um compartilhar de sentimentos e emoções. É algo mais profundo do que algumas idéias apenas. Estamos dispostos a falar de sentimentos que acompanham nossas idéias. A comunicação verdadeira começa a aparecer. Nível 1: Uma comunicação Verdadeira, Pessoas e Emocional. Esta é uma comunicação onde compartilhamos todas as idéias e sentimentos com honestidade e abertura total. O medo de ser rejeitado geralmente nos impede de atingirmos tal nível de comunicação. Por outro lado, um ambiente onde há aceitação incondicional os cônjuges e familiares se ajudam mutuamente em seus problemas e dificuldades. Estudos e pesquisas apontam que a maioria dos casais estão no nível 4 e 5, ou seja, não há comunicação verdadeira nos seus relacionamentos, mas apenas conversas superficiais que produzem frustrações e sentimentos parecidos. Se há de nossa parte interesse em crescer nos nossos relacionamentos familiares precisamos criar um ambiente de aceitação incondicional onde nossos filhos e cônjuges possam falar de seus sentimentos e opiniões sem medo de serem rejeitados e julgados. Ao conhecermos mais intimamente uns aos outros podemos nos ajudar a crescer e amadurecer mutuamente. Que nosso bondoso Deus nos dê coragem para buscarmos um nível de comunicação mais profundo em nossas famílias para que possamos cuidar das necessidades mais profundas uns dos outros antes que seja tarde demais, antes que a mágoa e o ressentimento tome conta das nossas relações interpessoais. Façamos sinceramente uma análise do nível de comunicação que temos praticado em nossos lares e comecemos a mudança de nós mesmos. Que Deus abençoe a cada leitor.”

Cuidados

01
Junho
2008
celu — @ 18:42

cuidados.JPG 

Há que se cuidar das crianças e dos jovens, pois estão eles sofrendo não problemas próprios, mas com os problemas criados pelo ser humano. Este descurou-se, nos últimos tempos, da formação moral e espiritual da infância e juventude, hoje massificadas e sacrificadas pela ambição vil, sem freios e sem pudor. Descurou-se ainda o ser humano do meio ambiente e outros problemas foram criados, justamente para quem não tem meios de defesa. Há necessidade da meditação. Só através dela, com um pouco de boa vontade e amor, poderá o ser humano retornar a Deus, que representa Luz.

Felicidade

29
Maio
2008
celu — @ 18:00

Não é o castelo ou o palácio que dá felicidade a quem o habita. Muitas vezes pessoas materialmente ricas são, contudo, paupérrimas em sentimentos e aí a felicidade não poderá estar com elas. Outras vezes, num simples casebre a felicidade reina, ou melhor, a riqueza espiritual ali se encontra. Em qualquer dos casos, nem o castelo, o palácio ou o casebre são responsáveis pela felicidade do ser humano. Este é quem tem o dom, qual artista escultor que realiza o seu trabalho. A argila serve ao artista, mas o espírito é quem serve o ser humano. Artista ou não, o espírito é que poderá conduzir a felicidade. Depende, pois, apenas do ser humano e não do castelo, do palácio ou do casebre.

Alternativas (Letícia Thompson)

25
Maio
2008
celu — @ 21:26

paraonde.jpg 

As facilidades da vida nos limitam.

Todas as nossas perfeições nos deixam assim preguiçosos e acomodados.

Não desenvolvemos, porque não vemos a necessidade de ir além. É como ter acesso a algo e nunca buscá-lo, exatamente porque está ali, disponível.

Nos extasiamos diante daqueles que encontram dificuldades e as vencem. Ficamos boquiabertos diante de vídeos de deficientes que fazem muito mais que nós e nesses instantes nos sentimos culpados. Mas isso passa logo. Poderíamos, nesse caso, nos perguntar quem é o verdadeiro deficiente.

Nos esquecemos que a vida é cheia de alternativas e nos bloqueamos diante do primeiro muro. Precisaremos primeiro estar cegos para que possamos desenvolver nossos outros sentidos? Será necessário perder o uso das pernas para se fazer uso das mãos e da mente?

Deus nos vê e Seu coração deve ficar apertado. Então Ele permite as dificuldades, não para nos maltratar, mas para que possa sair de nós o que de melhor temos, como a pérola fechada na concha e infinitamente mais linda que sua roupa.

A vida nos mói, amassa, derruba muitas vezes para que possamos encontrar as saídas, para que possamos aprender a enxergar com os olhos da fé, para que possamos desenvolver outros sentidos e enriquecer nossas vidas. Para que possamos ser exemplo para os que vêm atrás de nós, assim como são para nós aqueles que seguem adiante e nem sequer compreendemos como é que conseguem as forças.

Não é a cegueira ou os defeitos físicos que nos tornam incapazes e debilitados, mas a cegueira e defeitos da acomodação, do desânimo, da falta de perseverança.

As alternativas não faltam na vida. O que falta, muitas vezes, é a motivação. E se esta não vem por si só, será necessário sim uma queda, uma perda, uma dor para que possamos florescer e mostrar ao mundo do que somos capazes.

Levar alegria

23
Maio
2008
celu — @ 21:05

anna-tag1.jpg

Procure levar apenas alegria e fluídos positivos ao teu semelhante, eliminando tristezas ou nostalgia, se por acaso elas te estiverem dominando imperceptivelmente, como os répteis que rastejam sem ruídos, as pessoas de tuas relações. Alegria representa felicidade e esta deve ser cultivada como meta normal de uma civilização que vem se apurando através dos séculos. Assim, se não puderes extirpar a dor, deves procurar, pelo menos, minimizá-las. Esta é a missão maior do cristão.

Se há tanta paz (Luna Fernandes)

21
Maio
2008
celu — @ 14:28

gaivotasmar.bmp 

Se há tanta paz no azul que o céu abriga, e há tanto azul que tanto bem nos faz, se há tanto azul e há tanto céu, diga-me: Por que é que o ser humano não encontra paz?

Se há tanta paz no verde-mar da onda que faz-se verde e em branco se desfaz, se há tanta onda pelo mar, responda: Por que é que o ser humano não encontra paz?

Se há tanta paz no odor das multicores flores, orquídeas, rosas, manacás... se há tanta paz em flor e há tantas flores, por que é que o ser humano não encontra paz?

Se há tanta paz nos cânticos suaves que entoam na alvorada os sabiás, se há paz num canto de ave e há tantas aves, por que é que o ser humano não encontra paz?

Se há tanta paz na brisa que desliza sobre as folhagens, tímida e fugaz; se há tanta paz na brisa e há tanta brisa, por que é que o ser humano não encontra paz?

Se há tanta paz nas expressões tão mansas que ao vir ao mundo uma criança traz, e cada dia existem mais crianças, por que é que o ser humano não encontra paz?

Se há tanta paz nos corações com fé que atrai o bem e afasta as coisas más, então oremos juntos e de pé, para que o ser humano um dia encontre a Paz!

Fato novo

19
Maio
2008
celu — @ 17:10

desespero.jpg 

O fato novo sempre pode despertar em nós dois sentimentos extremos: o medo ou a fascinação. O primeiro pode nos afastar completamente, e o outro nos aproximar em demasia do fato. Ambos, quando se manifestam sem moderação, nos impedem de aprender e amadurecer porque nos tornam cegos. Partindo do princípio de que os fatos são amigos, cabe a nós buscar o equilíbrio entre esses sentimentos, à luz da razão. Recentemente, li dois artigos que descrevem o esforço, realizado por pessoas diferentes, de buscar entender um único fato: a comunicação através dos meios eletrônicos. Um dos artigos mostra uma preocupação que também é de todos nós: com as facilidades de comunicação as pessoas estariam cada vez mais isoladas, dentro de suas casas, conversando com máquinas! Mas, refletindo melhor, nós conversamos com máquinas e computadores, ou com as pessoas através delas? Estes são novos recursos facilitadores da comunicação ou, ao nos afastar fisicamente, também criam obstáculos? Os meios de comunicação estão sendo indiscutivelmente aperfeiçoados. Quanto ao conteúdo da comunicação, a mensagem, sabemos o muito que ainda cabe ser feito. O progresso tecnológico é fato, e como tal precisa ser encarado. É oportunidade de progresso também para as demais áreas da experiência humana. Reações de medo ou fascinação devem ter ocorrido desde a invenção da roda: máquinas a vapor, ferrovias, telégrafo e telefone, comunicação sem fio por ondas eletromagnéticas, rádio e TV, viagens espaciais! O que mais virá? O outro artigo é do escritor e jornalista Carlos Heitor Cony, publicado em 1998 na Folha de São Paulo sob o título “Vizinhos e Internautas”. A preocupação é a mesma. O autor conclui comentando que “para vencer a incomunicabilidade, o internauta deve primeiro aprender a se comunicar com o vizinho de porta. Os suicídios se realizam porque, na hora do desespero, falta o vizinho que lhe deseje sinceramente uma boa noite”. Na verdade, devemos saber que, prevenir o suicídio exige muito mais do que isso, exige o esforço de toda a comunidade envolvida. O suicídio é fato generalizado em todas as épocas e todos os povos. Só recentemente a sociedade vem se organizando melhor para isso, através de serviços de prevenção, como por exemplo, no Brasil, o Centro de Valorização da Vida (www.cvv.org.br), em Portugal (www.sosvozamiga.org), Inglaterra (www.samaritans.org), Itália (www.143.ch) e www.telefonoamico.it   

O “eu” disponível

17
Maio
2008
celu — @ 11:08

cruz.jpg 

Será que eu me comunico comigo mesmo? Será que me permito sentir todo meu ser psíquico e orgânico, emocional e racional?

Estão abertos os canais que levam livremente para o “eu” consciente as experiências vivenciadas nos diversos níveis do ser emocional que sou? Ou esses canais têm filtros (máscaras) que distorcem a mensagem porque eu tenho medo de me aceitar como sou?

O ser humano é uma grande rede de comunicações. Um complexo emissor-receptor de mensagens. Em comunicação dizemos que existe dois componentes básicos: a) o emissor: aquele que fala, que representa, que transmite algum recado; b) o receptor: aquele que é alvo do recado, a quem se dirige a mensagem, conhecido como “ o público”.

Geralmente o receptor, o público, entende a mensagem segundo seus valores e suas experiências particulares. Logo, a mensagem – jornalística, publicitária, teatral, cinematográfica, artística, etc. – nem sempre é entendida pelo público como pretendia o emissor. A mensagem pode ser extremamente objetiva mas recebe sempre uma dose de subjetivismo do receptor. Esse componente subjetivo (como a mensagem é entendida pelo público) é sempre a pedra no sapato do comunicador objetivo e a pedra de toque do manipulador da informação que procura sensibilizar as massas para seus fins.

O ser humano, como complexo emissor-receptor, também está sujeito a todos esses “ruídos” na comunicação consigo mesmo. Por exemplo: começo a sentir uma experiência (mensagem emitida) de ódio. O receptor dessa mensagem (a imagem que faz de mim mesmo) entende experiência por: “fulano deixou-me irritado”. É fim de conversa! Não aceito a experiência em sua objetividade porque ela me diz: “eu ainda cultivo o ódio”. Ora, isto é forte demais para a imagem (máscara) que faço de mim mesmo, e, eu, então, manipulo a mensagem para não conflitar com a máscara. E, assim perco uma excelente oportunidade de me conhecer melhor; distorci a comunicação.

Inúmeras são as mensagens (experiências emocionais) que diariamente são emitidas para o “eu” inconsciente. Compreendê-las em toda sua objetividade, sem manipulações, este o grande desafio para nosso crescimento como pessoa.

O relacionamento no trabalho profissional, o ambiente familiar, a participação em alguma atividade religiosa, são cenários maravilhosos que estimulam essa comunicação conosco mesmos. Estar disponíveis para esse grande diálogo íntimo, sem manipulações, é o caminho para nos libertar de uma série de medos e para nos aproximar mais de nosso semelhante. E, sobretudo, de nos compreender e aceitar melhor, mantendo abertos nossos canais internos de comunicação.