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Comportamentos Diferentes

16/07/2009 GMT -2

Podemos (O Escrevinhador)

celu @ 02:19

“Podemos (e devemos) marcar nossa passagem no mundo com humildade, abnegação e capacidade de servir, sem depender da ilusão da fortuna e do poder. Basta que nos livremos do egoísmo, da cobiça e da auto-adoração e que estejamos sempre atentos ao que se passa ao nosso redor, para construir, curar, consolar e ensinar, sem esperar recompensas. Estas virão, de forma espontânea e justa, e com fartura. A principal será a certeza de termos feito o melhor que poderíamos. A poetisa Gabriela Mistral, que foi, sobretudo, mestra (na mais legítima acepção do termo), deixou-nos esta magnífica exortação a respeito: “Onde houver uma árvore para plantar, planta-a tu. Onde houver um erro para emendar, emenda-o tu. Onde houver um esforço de que todos fogem, fá-lo tu. Sê tu aquele que afasta as pedras do caminho”. Existe ideal mais nobre do que este, de servir, espontaneamente, os que precisam? Este é o verdadeiro desafio que a vida nos impõe!”

15/07/2009 GMT -2

Ideal nobre

celu @ 00:55
“Podemos (e devemos) marcar nossa passagem no mundo com humildade, abnegação e capacidade de servir, sem depender da ilusão da fortuna e do poder.  Basta que nos livremos do egoísmo, da cobiça e da auto-adoração e que estejamos sempre atentos ao que se passa ao nosso redor, para construir, curar, consolar e ensinar, sem esperar recompensas.  Estas virão, de forma espontânea e justa, e com fartura.  A principal será a certeza de termos feito o melhor que poderíamos.  A poetisa Gabriela Mistral, que foi, sobretudo, mestra (na mais legítima acepção do termo), deixou-nos esta magnífica exortação a respeito: “Onde houver uma árvore para plantar, planta-a tu. Onde houver um erro para emendar, emenda-o tu.  Onde houver um esforço de que todos fogem, fá-lo tu.  Sê tu aquele que afasta as pedras do caminho”.  Existe ideal mais nobre do que este, de servir, espontaneamente, os que precisam? Este é o verdadeiro desafio que a vida nos impõe!” (Pedro J. Bondaczuk)

10/07/2009 GMT -2

Minha caminhada

celu @ 00:21

 “Sei que na minha caminhada tem um destino e uma direção, por isso devo medir meus passos, prestar atenção no que faço e no que fazem os que por mim também passam ou pelos quais passo eu...

Que eu não me iluda com o ânimo e o vigor dos primeiros trechos, porque chegará o dia em que os pés não terão tanta força e se ferirão no caminho e se cansarão mais cedo...

Todavia, quando o cansaço houver, que eu não me desespere e acredite que ainda terei forças para continuar, principalmente quando houver quem me auxilie...

É oportuno que, em meus sorrisos, eu me lembre de que existem os que choram, que, assim, meu riso não ofenda a mágoa dos que sofrem: por outro lado, quando chegar a minha vez de chorar, que eu não me deixe dominar pela desesperança, mas que eu entenda o sentido do sofrimento, que me nivela, que me iguala, que torna todos os homens iguais...

Quando eu tiver tudo, farnel e coragem, água no cantil, e ânimo no coração, bota nos pés e chapéu na cabeça, e, assim, não temer o vento e o frio, a chuva e o tempo.

Que eu não me considere melhor do que aqueles que ficarão atrás, porque pode vir o dia em que nada terei mais para minha jornada e aqueles, que ultrapassei na caminhada, me alcançarão e também poderão fazer como eu fiz e nada de fato fazer por mim, que ficarei no caminho sem concluí-lo...

Quando o dia brilhar, que eu tenha vontade de ver a noite em que a caminhada será mais fácil e mais amena; quando for noite, porém e a escuridão tornar mais difícil a chegada, que eu saiba esperar o dia como aurora, o calor como bênção...

Que eu perceba que a caminhada sozinho pode ser mais rápida, mas muito mais vazia...Quando eu tiver sede, que encontre a fonte no caminho, quando eu me perder, que ache a indicação, a seta, a direção...

Que eu não siga os que desviam, mas que ninguém se desvie seguindo os meus passos...Que a pressa em chegar não me afaste da alegria de ver as flores simples que estão a beira da estrada, que eu não perturbe a caminhada de ninguém, que eu entenda que seguir faz bem, mas que, às vezes, é preciso ter-se a bravura de voltar atrás e recomeçar e tomar outra direção...

Que eu não caminhe sem rumo, que eu não me perca nas encruzilhadas, mas que eu não tema os que assaltam-me, os que embuçam, mas que eu vá onde devo ir e, se eu cair no meio do caminho, que fique a lembrança de minha queda para impedir que outros caiam no mesmo abismo...

Que eu chegue, sim, mas, ainda mais importante, que eu faça chegar quem me perguntar, quem me pedir conselho, e acima de tudo, me seguir, confiando em mim!”

06/07/2009 GMT -2

Desapego

celu @ 22:43

quevidafezseluz.jpg

 “Agarramo-nos demais a muitas coisas. Criamos dificuldades, tensões e problemas porque somos muito possessivos e apegados. Precisamos aprender a doutrina do desapego e do “deixar ir”. “Deixar ir” não quer dizer descuido ou negligência, assim como desapego não quer dizer indiferença ou distanciamento. É apenas libertar-se dos apegos e da possessividade.Quando você fizer alguma coisa, faça-a com todas as suas forças. Ponha a sua vida nela. Mas não a possua nem se deixe possuir por ela. Não se agarre a ela. Quando ela estiver concluía, deixe-a ir.Muitas mães matam seu filho único por causa de um amor aferrado ou possessivo. A mãe deve deixar o filho ir quando ele estiver crescido, assim como os filhotes são afastados pela mãe leoa. Os amantes devem amar, mas não ser proprietários um do outro; quando o amor se transforma em propriedade, está arruinado. O dinheiro é uma coisa maravilhosa e muito importante na vida moderna, mas, quando um indivíduo se agarra a ele, torna-se avarento; e quando se está possuído pelo dinheiro, não existe vida. Se nos agarramos à oposição, ela se transforma em raiva. Se nos agarramos ao bem-estar, ele se transforma em avidez.É muito fácil aferrar-se às palavras e ações que os outros disseram e fizeram no passado; com isso criamos problemas. Agarramo-nos ao passado e negligenciamos o presente. O mundo e a vida estão continuamente mudando; e assim, em vez de nos apegar ao passado, devemos viver uma vida nova e revigorada a cada dia. E tampouco devemos nos agarrar ao futuro e negligenciar o presente, porque o futuro é desconhecido e ainda está por vir. Devemos viver o máximo no presente.

Em última análise, todas as coisas neste mundo e nesta vida surgem e se vão à vontade delas. Permita que o Caminho dirija os caminhos e deixe ir seus próprios apegos. Esta é a maior das libertações. Nem mesmo à vida devemos nos apegar, mas deixá-la ir, e então seremos capazes de viver livremente. Muitas mortes foram transcendidas pelo desapego.” (Sensei Gyomay Kubose)

02/07/2009 GMT -2

Afinidade...

celu @ 21:06

Não é o mais brilhante, mas é o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
Não importa o tempo, a ausência, a distância, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, o afeto, no exato ponto de onde foi interrompido. (Artur Távola)

30/06/2009 GMT -2

A Verdade sobre o Casamento

celu @ 15:48

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Sempre me perguntam como consegui ficar tanto tempo casado. É uma pergunta bem comum nas rodas de amigos, quando comento que estou casado há quase quarenta anos. Estranho como essa pergunta vem acompanhada de um certo preconceito ou mesmo indignação, afinal, como eu ouso estar há tanto tempo casado, num mundo de casamentos relâmpagos e divórcios trovões.
Sempre respondo com bom humor, dizendo que o meu casamento é eterno porque não vai durar para sempre. Eles se assustam, mas é difícil mesmo explicar que casamento não tem obrigação de durar... Um casamento não é feito de sociedade, de papel passado ou de alianças. Um casamento não é feito de promessas hipócritas de fidelidade eterna ou de lealdade prisão. Um casamento não é uma fuga da casa dos pais com medo de passar a vida inteira sozinho. Um casamento não é uma união fútil em nome da religião, da “barriga” não esperada ou do interesse. Quem é casado de verdade, não precisa de anel, seus corações fazem a ponte para o sempre, ligando-os em nome da manifestação do amor.
Casamento é uma parceria, um contrato espiritual entre duas pessoas, que independe de sexo, raça, crença e aparência. Contrato espiritual, pois o laço que une um casal não pode ser descrito por idioma algum, só expresso pela linguagem dos corpos, pela expressão no olhar, pela comunicação entre ouvidos quando se troca sussurros de amor. Contrato que nenhum padre, pastor ou guru possa sacramentar, pois o amor por si só é sagrado, dado incondicionalmente no encontro do olhar, na amizade profunda que não mais satisfeita em abraçar, quer estar dentro, fora, num eterno se encontrar e compartilhar.
Qual o segredo para que um casamento dure mais que um dia, um mês, um ano?
Não há segredos, pois pessoas casadas de verdade estão tatuadas de liberdade. São almas livres que sabem que nada dura para sempre e ainda, cada segundo ao lado um do outro é eterno; pois se vive o presente, sem perder tempo com amanhã. Liberdade nascida do respeito, da amizade e da consideração que ambos carregam e permeiam na sua união. Liberdade de compreender que os dois possuem visto para o país do Voltar a Ficar Sozinho, se for esse o destino que um deles optar. Liberdade para compreender que se é tempo de partir, pior seria ficar por pena, lealdade ou em nome da história do casal.
O casamento não é perfeito, pois nada nesse mundo está livre da “dualidade”. Há momentos bons e outros momentos não tão bons assim. Há arranca rabo, há brigas infantis onde se fica de mal e de bem no cair de um amanhecer. Há quebra pratos, arranha Cds e há também greve de carinho, de sexo e de sorriso; mas o casal sabe que embora isso ocorra vez ou outra, estar junto é bom demais para brigar ou para se viciar em jogos de gato e rato.
Desentendimento ocorre, desrespeito é intolerável.
Casamento não permite possessão, ciúme doentio, nem tão pouco libertinagem, pois liberdade exige respeito, consideração pelo parceiro (a), e acima de tudo, respeito por si próprio, pois somente dando o devido valor a si mesmo, conseguimos valorizar algo tão precioso como a união entre duas pessoas.
Casamento deriva da palavra casa e isso nada tem a ver com teto, tijolo e garagem. Quando encontramos alguém que valha a pena dividir a nossa casa (corpo, mente e espírito) encontramos um lar; lar que carregamos conosco onde quer que formos.
Por fim, esses casamentos (e são raros) sustentam-se por tanto tempo, pois há uma preocupação constante em renovar-se; em surpreender quem acha que já viu e sabe todos os truques; em arrumar-se; embelezar-se, pois cada dia ao lado de quem se ama é uma festa, uma celebração em que precisamos vestir a melhor roupa, arrumar a casa e não se esquecer nunca de reconquistar e namorar..
(baseado em texto de Frank Oliveira)

28/06/2009 GMT -2

Um emblema patético

celu @ 00:30

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“No pantanoso universo das celebridades internacionais – entre as autênticas, as fabricadas, as efêmeras, as longevas, e aquela miríade de candidatos que nunca saem da planície -, ele quis ser a maior de todas, a mais amada e duradoura. Não chegou exatamente a tanto, mas teve seu bom período de glórias. Só que, na busca da utopia, ao invés de escudar-se no genuíno talento musical e de notável showman que realmente possuía em vastas doses, ele se pautou pela excentricidade chocante, quando não pela pura e simples paranóia. Foi a sua perdição.Michael Jackson, o grande nome do pop a partir da década de 70, e que se calcula tenha vendido 750 milhões de discos, morreu quinta-feira (25/06/2009) em Los Angeles, aos 50 anos. Muitos fãs jamais se esquecerão de suas músicas, mas a maioria das pessoas, no mundo inteiro, se lembrará dele, no futuro, menos por isso do que por ter sido o negro que quis virar branco, por suas esquisitices comportamentais, por suas taras sexuais, ou até mesmo por ter sonhado superar os limites naturais de sua condição humana.

O superastro sonhou tudo errado e, ao fazer assim, por sua própria opção esquizofrênica, tornou-se um emblema patético destes tempos desvairados. No fim das contas, acabou pagando caro por isso, vendo abreviada sua existência, e enterrando com ela seu imaginário de ilusões e mentiras. No fundo, muito triste, até para um personagem do gênero.”

23/06/2009 GMT -2

A Consciência de sua Missão (Roberto Shinyashiki)

celu @ 00:35

Frequentemente, eu me pergunto: “O que cada um de nós está fazendo neste planeta?”

Se a vida for somente tentar aproveitar o máximo possível  as horas e minutos, esse filme é bobo. Tenho certeza de que existe um sentido melhor em tudo o que vivemos. Para mim, nossa vinda ao planeta Terra tem basicamente dois motivos: evoluir espiritualmente e aprender a amar melhor.

Todos os nossos bens na verdade não são nossos. Somos apenas as nossas almas. E devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas. Portanto, lembre sempre que os seus fracassos são  sempre os melhores professores e é nos momentos difíceis que as pessoas precisam encontrar uma razão para continuar em frente.

As nossas ações, especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós pessoas melhores. A nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos para continuar o caminho é que nos torna pessoas especiais.

Ninguém veio a essa vida com a missão de juntar dinheiro e comer do bom  e do melhor. Ganhar dinheiro e alimentar-se faz parte da vida, mas não pode ser a razão da vida.

Tenho certeza de que pessoas como Martin Luther King, Mahatma Ghandi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce,  Betinho e tantas outras anônimas, que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivadas pela idéia de ganhar dinheiro.

O que move essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, a não desistir nunca? A resposta é uma só: a consciência de sua missão nesta vida.

Quando você tem a consciência de que através do seu trabalho você está realizando sua missão, você desenvolve uma força extra, capaz de levá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta. Infelizmente, muita gente se perde nesta viagem e distorce o sentido de sua existência pensando que acumular bens materiais  é o objetivo da vida. E quando chega no final do caminho percebe que só  vai poder levar daqui o bem que fez às pessoas.

Se você tem estado angustiado sem motivo aparente está aí um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida. Escute a sua alma: ela tem a orientação sobre qual  caminho seguir.

Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores na harmonia e na glória do bem.

19/06/2009 GMT -2

Jesus e a Afetividade

celu @ 18:34

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 “Em sua trajetória na Terra, em especial nos anos de seu messianato, o Mestre Jesus conviveu com pessoas das mais diversas classes sociais e culturais, aproveitando cada momento para oferecer-lhes um novo ensinamento que enfatizasse a supremacia da experiência amorosa como remédio para que as relações humanas fossem mais harmoniosas e felizes, levando a todos, por consequência, a um encontro íntimo com o seu Criador.
Embora desprezado e desonrado pelos seus contemporâneos, o Cristo Jesus, advindo de uma região de pouca importância (Nazaré) e de uma família socialmente desvalorizada. Com um papel aparentemente apagado em seu momento histórico, tornou-se na figura mais importante do contexto da história, transformando a contagem cronológica em antes e após a sua vinda.
Certamente, seus ensinamentos foram o grande feito de sua pessoa, mas eles só permaneceram registrados na história pela força dos seus exemplos, que dignificavam a sua posição diante de toda a Humanidade.
O Evangelho não apresenta relatos de que Jesus tenha sorrido (dando a impressão a muitos de que ele desvalorizasse a alegria) ou mesmo informa-nos de gestos simples e afetuosos de sua pessoa, gerados na intimidade do seu lar ou nas residências em que se hospedou; no entanto, informa-nos, a todo momento, do seu cuidado com a pessoa humana, com a valorização da criatura independentemente do sexo, raça, cor ou estado social e enfatiza-nos a importância da disponibilidade íntima e do exercício de servir como regras para o bem viver.
Suas posturas diante das crianças, seus contatos com as mulheres, em especial, com aquelas consideradas de má conduta e de condição social inferior, os diálogos desenvolvidos com indivíduos de outras raças (atitude condenada entre os judeus), aos quais ajudava prontamente, demonstram a sua envergadura espiritual e apontam para a urgência da transformação moral de nossa humanidade, postando-nos afetuosamente diante de qualquer criatura.
Todos seus posicionamentos são lições vivas para o aprendizado do Amor, sem contudo significarem abandono de regras morais divinas e imutáveis. Seus gestos gentis e doces eram substituídos por posicionamentos firmes e incisivos, quando estes se faziam necessários. Seus sentimentos eram coadjuvados pela razão, mas, acima de tudo, seus atos eram a expressão mais pura da Vontade divina, vivência plena da Lei de Deus.
Alguns exemplos, retirados do Novo Testamento, que retratam os seus ensinamentos para o atendimento das criaturas em diferentes condições, fornece o remédio para uma vida mais sadia.”

14/06/2009 GMT -2

... e tudo tem seu tempo...

celu @ 20:55

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“Às vezes, na vida da gente, basta querer, basta falar, exorcizar nossos demônios, expressar  nossos mais profundos sentimentos, e deixar espaço para que a vida continue fluindo com harmonia.
Às vezes,  é preciso parar e respirar fundo. E repensar atitudes. E aceitar fatos. E descobrir que a vida é feita de momentos maravilhosos. Pequenos, mas constantes.
Às vezes,  é preciso entender que vírgulas não são pontos finais e esperar o tempo do tempo...”

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