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Negativismo

25
Abril
2008
celu — @ 23:11

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Quando se fala de Negativismo, muitas vezes, o conceito fica restrito a “pensamentos negativos “. Na realidade, o processo é bem mais amplo e, na medida em que compreendemos um pouco melhor as “forças negativas”, maiores condições teremos de superá-las.

Em primeiro lugar, é importante esclarecer que os “negativos”, podem se manifestar em dois sentidos:

1) Internamente: são os decorrentes de fatores psicológicos ou emocionais como traumas, culpas, sentimentos auto-destrutivos, medos, ansiedades, fobias, como também, problemas bio-energéticos. E, como falamos anteriormente, o acúmulo de forças instintivas agressivas que não são liberadas, ficam acumuladas em “zonas de depósito” no nosso organismo. Essas zonas tem a capacidade de absorver uma certa quantidade de energia que deveria ter sido descarregada no sistema endócrino, nervoso e muscular. Esse acúmulo de energia negativa interna provoca infinidade de problemas psicossomáticos e desequilibra a energia natural do organismo, que os antigos egípcios chamavam de energia KA, origem de nossa saúde.

2) Externamente: são aqueles que afetam nossa aura e, muitas vezes, não são claramente percebidos como é o caso das forças astrais e seus ciclos negativos. Pode-se citar também ambientes e objetos com freqüências baixas e negativas, influências espirituais, de entidades e de egrégoras ("provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. A egrégora acumula a energia de várias freqüências Assim, quanto mais poderoso for o indivíduo, mais força estará emprestando a egrégora para que ela incorpore às dos demais") que nos acompanham. Sabemos que algumas pessoas trabalham com a força dos elementais e podem, por exemplo, afetar nossa saúde de maneira positiva ou negativa. Outras utilizam o mentalismo para chegar aos objetivos, não importando os meios. Além disso, existem “pessoas negativas crônicas” que, através de um simples contato, causam uma sensação de mal-estar ao ponto de deixar-nos conflitados. Os estados de ânimo (alegria, tristeza, etc.) são bastantes contagiosos. Assim, a convivência diária com “pessoas negativas” bem como sentimentos de inveja, ciúmes, possessividade pode gerar problemas diversos.

Há pessoas que doam e pessoas que tomam. Se nos falta força espiritual ficamos suscetíveis à energia negativa dos outros. Mas todos que se tornam espiritualmente despertos são capazes de irradiar uma energia benéfica com forte poder transformador. Considere amigos aqueles cuja energia brilhante eleva você, eles doam sem saber. Contrariamente, você conhecerá outras pessoas cujas energias negativas poderão drená-lo ou exaurí-lo, se você permitir.

Crise

23
Abril
2008
celu — @ 16:20

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Crise é a nossa reação mais comum diante dos fatos da vida, que freqüentemente nos ameaçam, por não termos a sabedoria e o amadurecimento necessários.
Ela é conseqüência da nossa postura defensiva. A sua profundidade e extensão revelam a profundidade e a extensão da nossa postura defensiva.
Crise é ruptura, é rompimento do equilíbrio.
Não é a insatisfação básica que todos temos em relação à nossa vida, e que funciona como motor do crescimento, nos faz desenvolver nossas capacidades, procurar soluções e ir em frente.
A insatisfação excessiva é prejudicial, trava, paralisa, e pode nos levar a sermos destrutivos.
Toda crise expressa uma insatisfação aguda, geralmente desencadeada por um fato que desequilibra, uma perda.
A crise pode ser vivida superficial ou profundamente. Algumas são tão superficiais que nem as percebemos.
Muitas pessoas entendem que a vida é uma sucessão de crises. Esta não é uma visão pessimista; a vida não é realmente um processo linear, ela é oscilante. O fluxo da vida apresenta altos e baixos, e estes períodos de baixa são os momentos de crise.
A crise tem profundidade e extensão. Algumas persistem de forma obsessiva, minando nossas energias.
As situações que desencadeiam crises podem ser reais, mas podem ser também imaginárias, inventadas pela nossa fantasia. E podem ainda iniciar por uma situação real à qual eu acrescento minhas fantasias.
Separar o que é imaginário do que é real: nisto consiste a ajuda que eu posso prestar a mim mesmo. É o que poderíamos chamar de “profilaxia interior”.
Muitas vezes o que é insuportável na crise é o que eu imagino e acrescento à situação real.
A crise pode ser ainda atual ou projetada para o futuro, é o que chamamos sofrer por antecipação, atitude que revela “falta de sabedoria” por três razões:
1ª.) a situação esperada e antecipada pode não ocorrer;
2ª.) se acontecer, poderá ser diferente do que se imaginava;
3ª.) se acontecer como foi imaginada, a pessoa já não será a mesma que é hoje, já se conhece melhor.
A pessoa ansiosa ou angustiada não vive o presente, mas sim o passado ou o futuro.
Crise é sofrimento mas é também força facilitadora do crescimento. O sofrimento é sempre desagradável, mas sem ele o ser humano não cresce, não se desenvolve.
Toda crise denuncia coisas que devemos mudar na nossa vida, coisas que não podem continuar como estão: valores, estilo e filosofia de vida, comportamentos.
Quase sempre, na crise queremos mudar a situação exterior, mas ela sempre indica a necessidade de mudanças interiores.
Sabedoria é ter consciência de que a crise é um apelo para sermos diferentes; que determinadas atitudes e comportamentos nossos já não valem mais como antes.
Para vencer a crise e crescer precisamos modificar às vezes, os nossos afetos, e sempre o nosso comportamento.

Fachadas

21
Abril
2008
celu — @ 17:07

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Há, infelizmente, criaturas que se assemelham a casas que têm fachadas vistosas, bonitas, com visual encantador, mas que, por dentro, os seus compartimentos estão descuidados, apodrecidos, exalando mau cheiro. Há pessoas também vazias, ocas, isto é, com falta de sentimentos bons e que carregam somente vaidade e ganância, ambição desmedida, tendo apenas amor pelo vil metal que acaba por emporcalhar a alma dos que acabam sendo párias na caminhada espiritual.

Origens

19
Abril
2008
celu — @ 13:39

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Feliz é aquele que consegue vencer conceituando-se na sociedade sem esquecer, porém, suas origens. Cristo teve origem das mais humildes, a partir de seu nascimento, e foi a mais bela e adorável criatura que viveu na Terra. Não esquecendo as origens, o ser humano está dando prova de humildade e de elevação espiritual, não permitindo que a vaidade e a prepotência se revelem. Nada é mais simples que a vida, mas também nada é tão importante para o mundo, que está precisando justamente dos que, mais espiritualizados, podem ajudar a humanidade no seu desenvolvimento.

Soberba (Wallace Feitosa)

17
Abril
2008
celu — @ 16:23

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"Altura de algo que é superior a outro; elevação; estado sobranceiro; sentido de ativar sobranceira; orgulho; complexo excessivo de orgulhoso; altivez; insolência; presunção; tirania. O inverso de humildade; submissão. Sinônimo de austeridade".

Santo Aurélio! Quanto palavrão para chamar o sujeito de metido à besta e marrento. Com certeza conhecemos pessoas assim. Vemos pessoas assim diariamente. Amamos pessoas assim diariamente. Odiamos também. Pecamos também. Sete pecados capitais. Ira, inveja, gula, avareza, luxúria, ganância e soberba. Quanta coisa ruim e boa ao mesmo tempo. Quem nunca ficou irado ao ver a mulher amada ser capturada por outro. E uma vez perdido o amor da mulher, tenha sentido tremenda inveja do possuidor. Em seguida ir ao bar mais próximo para encher a cara de coxinhas de 50 centavos, baratinhas, pensando nas maravilhas amorosas feitas pela mulher que era sua. “Será que ela me deixou por causa de dinheiro? Reconheço que estou meio sem dinheiro, mas será?”. Logo depois entra uma mulher linda e a paixão cresce novamente. Volta a se sentir o melhor de todos. O conquistador comedor de coxinhas. "The best". Perde e ganha do amor. Homem sempre quer todas. O ser humano quer tudo. Nunca está satisfeito com o que tem. Só aí foram sete pecados de uma só vez. A todo momento vem essa sensação de estarmos fazendo coisa errada. Não dar passagem ao pedestre, xingar no trânsito, fazer uma brincadeira de mau gosto, olhar mulheres acompanhadas na rua, comer além do normal, contando com aquele famoso regime da segunda-feira, que nunca começa. De todos os pecados, o pior é a soberba. Comemos, passamos mal, daqui a pouco está tudo bem. Ficamos com raiva do governo, do vizinho, do patrão, mas em seguida, esfriamos a cabeça e tudo volta às mil maravilhas. Mas a soberba... Como botar o troço pra fora? Como tirar de alguém? Como tentar acalmar uma pessoa arrogante? Impossível. E quando acontece o “Encontro de Arrogantes”? Geralmente em sinais de trânsito, ocasionando a morte de algum infeliz que estava passando no local, em bares, boates, escolas e em prédios. Não existe coisa pior que pessoa dona da verdade. Pessoas mal acostumadas em sempre ter razão. Egoístas.Não tem sexo. Não deixa marcas. Não dá febre e nem abaixa a pressão. É uma doença sem sintomas e sem cura. Quando menos se espera, pronto, o marrento aparece. Gente que perde tudo em jogo, perde herança, perde a vida confortável que tinha, mas continua tentando viver como se nada tivesse acontecido. Pessoas orgulhosas que não levam desaforo para casa. Tudo é motivo de discussão e briga. Pais que param de falar com os filhos, filhos que param de falar com os pais, por simples capricho ou vergonha de dizer “me desculpe”. Esperar que as pessoas liguem e peçam desculpas por erros não cometidos. Dureza.Não gostamos de ser humilhados. Quando acontece, tentamos buscar força no interior usando nosso orgulho como escudo. Seria bom poder deixar pra lá. Sempre. Seria bom ignorar insultos, humilhações gratuitas, xingamentos e olho grande. Quem sabe ao fazermos, os pecadores nos deixem em paz? Como é difícil viver sem pecados...

"Ser Feliz"

14
Abril
2008
celu — @ 23:23

"Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma e agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar "eu errei".
É ter ousadia para dizer "me perdoe".
É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você".
É ter capacidade de dizer "eu te amo".

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz... E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo, pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que... Ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as pedras para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo!!!
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível.
E você é um ser humano especial!"

Animais

13
Abril
2008
celu — @ 14:57

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Gravidez na adolescência

11
Abril
2008
celu — @ 20:18

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A Adolescência é um período de profundas e radicais transformações na estrutura pessoal do indivíduo. Um período de modificações físicas, na forma e características do corpo, e de mudança de uma realidade infantil para uma maneira diferente de se ver e de se relacionar.

Há a curiosidade sobre si mesmo e com isso a necessidade de se observar, de verificar as modificações que estão ocorrendo, de reconhecer-se em seu corpo. Mas há também a sensação de que todos o estão olhando, como se estivesse em uma vitrine, notando o modo como lhe ocorrem as transformações.

O adolescente não quer mais se manter ligado ao mundo infantil, necessita ser aceito e, portanto, apressa a identificar-se com uma idade mais adulta. Isso pode ocorrer através da identificação com um amigo mais velho, da simples alegação de uma idade mais avançada que a real, ou da agressão (direta ou indireta, e esta pode chegar a ser a tentativa de suicídio) aos pais, que são aqueles cuja presença o remete à infância.

Está começando a interagir numa esfera diferente. Ser identificado como desta fase é vexatório. É uma das características do adolescente, ser particularmente sensível a atenção que lhe é dirigida, e particularmente vulnerável às críticas dos outros, em particular, dos adultos.

Com a mudança do ponto de vista, a pessoa muda conceitos e sonha como será sua realidade.

Conseqüências

A gravidez pode ser vista pela pessoa adolescente como:

- perda da liberdade: ter que passar a assumir um papel não desejado.

- obstáculos: um entrave aos projetos futuros. Assim, a pessoa pensa e pode chegar a comunicar: “Meus planos, meu futuro foram por terra”.

- saída: a forma de desligar-se da família e assumir uma nova esfera de relações.

- auto-afirmação: enquanto pessoa independente e capaz de gerar suas próprias condições, de gerar vida.

A Família

Esta, de acordo com suas característica, pode optar pela expulsão da adolescente grávida da família, o que pode realizar-se de modo não objetivo e, por vezes, nem ao menos verbal. Resta então à pessoa a sensação de isolamento (expulsão do sentimento familiar).

Deste ponto, desenrola-se uma série de situações possíveis. Variam elas pela aceitação: da menor para a maior. Há ainda a aceitação passiva. Neste caso, não raro, a história da família revela, de longa data, casos de gravidez na mesma época da vida.

A questão da escolha

A escolha entre a continuidade ou não da gravidez passa antes pela afetividade, causando insegurança.

A opção pode ser:

- induzida : pela família, pela pessoa em quem se deposita a confiança ou que detenha maior poder sobre a adolescente. Podem surgir os sentimentos de fraqueza, de inutilidade e diminuição da auto-valorização.

- isolada: sem a influência da família e outras quaisquer. Ausente mesmo a figura do companheiro. Este pode ser para ela motivos de afirmações do tipo: “Aceito que ele diga que não quer se casar, mas não que não tem certeza se é o pai”. A sensação de solidão, de revolta e de diminuição podem ser significativos.

- consciente: a escolha é da pessoa que, no entanto, encontra amparo e proximidade de outras pessoas, sem sufocamento.

Culpa

A culpa possível de ocorrer na gravidez indesejada está ligada a:

- dificuldade de assumir cuidados pré-natais adequados (pode ocorrer um sentimento de inadequação que acentua a culpa);

- rejeição da gravidez (por vezes nem o indivíduo aceita sua rejeição);

- dificuldade em assumir o papel de mãe: a postura da pessoa passa a ser a indiferença (sentimento interior seca e há o vazio) ou uma postura paradoxal de superprotetora, supervigilante, supermãe.

O verdadeiro amigo

09
Abril
2008
celu — @ 16:57

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Chegaram os amigos. Todos sorridentes, contando piadas; de preferência sobre sexo e religião, todos gargalhando e tomando um uísque pra cá, pra lá. Surgiu também um pouco de malhação nos colegas de trabalho. E chega um tira-gosto.

Vamos indo, e mais um pouco de malhação nos parentes, mais uma dose, e outro tanto de malhação nos amigos que não curtem essas horas com eles.

- “CHEGA!!!”

Esse tipo de amigo você arruma em qualquer lata de lixo. O verdadeiro amigo não aparece na sua casa só quando você tem o que dar de beber, ou quando você está em situação boa, ou, quando você está com ótima saúde ou quando comprou casa nova ou carro e quer mostrar para todos que está progredindo.

O verdadeiro amigo é outro:

Chega sem dizer porque,

Respeita sua opinião,

Mas diz o que tem a dizer.

Não precisa de álcool

Para iniciar uma conversa,

Ri e brinca na hora certa,

Não precisa de palavrões

Para dizer-se alegre.

Não chama a atenção

Com cenas ridículas.

Não pensa em pedir algo

Mas em oferecer-se

Como presença e família.

Participa das alegrias,

Não tem ataque de frescura,

Nem melindres.

É mão que sempre surge,

Espontaneamente, na dor

Um verdadeiro amigo.

Pode não saber a hora de chegar,

Mas sabe a hora de sair.

Um verdadeiro amigo

É mais guindaste que carga,

É mais ouvido que boca...

(leitura extraída do livro: “O diabo é cor-de-rosa” de Neimar de Barros)

Do individualismo à união

07
Abril
2008
celu — @ 17:32

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O galho separado da árvore é o triste retrato do individualismo. A árvore no esplendor da sua inteireza, é o formoso retrato da união.

O individualismo prepara a morte prematura da comunidade, bem como do próprio amor e da própria fé. A comunhão fraterna é o canteiro onde a comunidade e a vida cristã crescem e se tornam fermento no meio da massa; onde o amor e a fé deitam raízes profundas e acabam virando forças poderosas e transformam o mundo. O individualismo é imobilismo, a união é caminhada. O individualismo é egoísmo, a união é amor. O individualismo é solidão, a união é estar com seus familiares, com os amigos, com a comunidade. O individualismo é morte, a união é vida.