"Ao realizar o serviço altruísta, a pessoa não deveria pensar que seus serviços estão limitados ao pobre e ao desprovido. Na esfera do serviço, não há necessidade alguma de fazer qualquer distinção artificial entre o rico e o pobre. O que importa é o serviço feito a uma pessoa que precise dele. Sua preocupação deveria ser somente com o tipo de serviço solicitado, com o local e a hora, e não com a condição ou a posição da pessoa em questão. O requisito principal é um espírito genuíno de amor e empatia. Se não houver sentimento algum de generosidade e compaixão, qualquer serviço feito torna-se um exercício artificial, realizado para obter publicidade ou reconhecimento. A ostentação ao fazer o serviço é prejudicial, já que ela apenas inflará o ego."